1 fevereiro 2023 1:59
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Policial penal invade festa onde estava ex-mulher e dá dois tiros no chão no interior do AC e polícia investiga

Polícia Civil informou que deve ouvir testemunhas e o suspeito nesta terça-feira (24). Caso ocorreu no último sábado (21) em Sena Madureira.

Por Redação Ecos da Notícia

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O policial penal Sanderlei Gomes do Santos está sendo investigado desde que entrou em uma festa onde estava a ex-mulher e deu dois tiros para o chão, no último sábado (21), no Conjunto Canízio Brasil, em Sena Madureira, no interior do Acre.

O delegado da cidade, Marcos Frank, informou que o casal tinha se separado e que o homem não gostou de saber que a mulher estava em uma festa na casa de uma outra pessoa e resolveu invadir o local. Após entrar na residência, Santos foi até os fundos e deu dois disparos de arma de fogo em direção ao chão.

A arma usada é de propriedade do estado do Acre. O delegado afirmou que deve ouvir as testemunhas e o próprio suspeito ainda nesta terça-feira (24) e que ele pode responder pelos crimes de disparo de arma de fogo e ameaça combinada com dispositivo da Lei Maria da Penha.

“Ele tinha se separado da mulher, que estava na casa de uma outra pessoa em uma festa. Daí, ele invadiu a casa foi até os fundos e efetuou dois disparos com a arma do Iapen. Instauramos uma portaria para apurar o caso e também informamos à Corregedoria. O proprietário da casa e a ex-mulher do policial estiveram na delegacia prestando queixa e devemos ouvir todos nesta terça”, disse Frank.

Ao g1, o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) informou que já tomou conhecimento do caso e que há procedimentos legais em curso. “Além disso, conforme o prosseguimento e oficialização das instituições competentes, haverá a tomada de providências, conforme prevê o processo administrativo da instituição”, disse em nota.

A reportagem não conseguiu contato com Santos até última atualização desta matéria.

Ainda conforme o delegado, a mulher pediu uma medida protetiva contra o ex-marido, mas ainda aguarda decisão da Justiça.

Por Iryá Rodrigues, g1 AC

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