6 fevereiro 2023 8:56
6 fevereiro 2023 8:56

Deolane Bezerra está fora de A Fazenda 14, afirma irmã

Por Redação Ecos da Notícia

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Pouco depois, a assessoria de Deolane divulgou uma nota sobre a saída da peoa da casa: “A assessoria da dra. Deolane e seu corpo jurídico, nas pessoas da dra. Adélia Soares e dra. Tamara Cavalcante, informa que após notificações extrajudiciais e diversas conversas obtiveram êxito, e a dra. já saiu da casa após ser informada sobre o estado de saúde de sua mãe, Solange Bezerra. (Que nesse momento se encontra na UTI do Hospital São Luiz, recebendo assistência médica).”

A confusão começou após as irmãs de Deolane, Daniele e Dayanne Bezerra, convocarem fãs da advogada para irem até à entrada do estúdio do programa A Fazenda 14 e pressionar a produção da Record TV para a saída dela.
Dayanne e Daniele Bezerra informaram, durante uma live realizada no Instagram, que a mãe da advogada foi hospitalizada na sexta-feira (2/12) com pressão alta. “Hoje ela está passando mal, quase tendo um ataque cardíaco”, disse Dayanne.
Na transmissão, alegaram que uma cláusula do contrato assinado para participação do programa assegura a retirada dos participantes, caso um familiar esteja hospitalizado.

Os manifestantes chegaram a soltar fogos de artifício na entrada do local, como tentativa de chamar atenção de Deolane.
Carro de som para Deolane Bezerra
As duas chegaram a conversar com a produção do programa, que, segundo elas, se negou a liberar Deolane do programa. Por isso, as irmãs contrataram um carro de som para avisarem à peoa sobre o estado de saúde de Solange Bezerra.

“Deolane, bate o sino. A mãe está no hospital, na UTI, Deolane. Bate o sino, Deolane. Sai desse inferno, mulher. Bate o sino, Deolane”, disse Dayanne no carro de som, tentando ser ouvida pela irmã.

A Record, por sua vez, cortou as câmeras do PlayPlus, serviço de streaming da emissora, e colocou uma música alta dentro da sede de A Fazenda 14. Os peões, no entanto, conseguiram ouvir os manifestantes gritando “Deolane” fora da casa. “Difícil, gente”, reclamou Bárbara Borges.

Metrópoles

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