22 setembro 2022 7:33
22 setembro 2022 7:33

Professora de creche é acusada por família de quebrar braço de bebê de um ano

Por causa da fratura no braço, o menino precisou passar por uma cirurgia de emergência

Por Banda B

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Uma família de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, está revoltada com uma situação que teria acontecido dentro do Centro Municipal de Educação Infantil Enedina Alves Marques. De acordo com a denúncia recebida pela Banda B, uma professora teria agredido um bebê de um ano e meio, causando uma lesão grave no braço direito.

Segundo a avó do menino, Regina Célia Myszkowski, a agressão teria acontecido na última terça-feira (20), por volta das 15h30 da tarde, mas a creche só avisou a família quase duas horas depois.

“Eles ligaram às 17h15 para minha filha buscá-lo, dizendo que ele não parava de chorar e elas não sabiam por que. Depois elas descreveram na agenda que ele estava machucado desde a hora do lanchinho deles, que era 15h30. Eles deixaram o bebê em sofrimento todo esse tempo”, descreveu à Banda B.

Regina afirmou que uma professora relatou que o bebê se machucou enquanto ela trocava a fralda dele, mas não soube explicar como o suposto acidente ocorreu.

“A professora explicou. Ela falou que foi trocar a fralda dele e não sabe o que aconteceu. Para fraturar o braço da criança nesse nível, ela disse que não sabe”, disse.

A avó contou que tem outro neto matriculado na mesma escola e que, até então, não havia a suspeita de agressão.

“As vezes, voltam com um roxo ou um machucado, aí elas sempre falam que é outra criança, que eles caem, então a gente nunca imaginou que poderia chegar nesse tipo de situação”, considerou.

Por causa da fratura no braço, o menino precisou passar por uma cirurgia de emergência no Hospital Evangélico Mackenzie nesta quarta-feira (22). A família registrou boletim de ocorrência e agora quer Justiça.

“Ontem a noite fizeram cirurgia nele, colocaram dois pinos no bracinho dele. Dois pinos em um neném de um ano e meio, é muito difícil. Mas a gente vai lutar para mudar alguma coisa, vamos atrás de Justiça, não pode ficar impune, não podemos deixar o sistema do jeito que está, para outras fazerem a mesma coisa”, desabafou a avó.

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