2 dezembro 2022 12:26
2 dezembro 2022 12:26

Inglês que deixou a família para viver com refugiada ucraniana a expulsa de casa

Por Redação Ecos da Notícia

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O inglês que trocou a esposa e as filhas por uma refugiada ucraniana apenas dez dias após ela ter chegada à sua casa, em Bradford (Inglaterra), fugindo da guerra, terminou o romance com Sofiia Karkadym, revelou nesta quarta-feira (28/9) o jornal “The Sun”.

A profissional de tecnologia da informação, originária de Lviv (Ucrânia), está em um alojamento de emergência depois que Garnett, de 30 anos, a expulsou de sua casa, afirmando: “Você não é mais bem-vinda aqui”.

A ucraniana disse que Tony, que está desempregado, passava os dias jogando online enquanto ela pagava por comida e contas com os seus benefícios e cozinhava, limpava e lavava “enquanto ele estava sentado lá”. As discussões se tornaram frequentes.

O inglês havia se inscrito no programa “Homes for Ukraine” e acabou abrigando Sofiia, que fez uma viagem de dois meses para escapar de sua terra natal. Ela desembarcou no aeroporto de Manchester (Inglaterra) em maio.

“Estamos planejando passar o resto de nossas vidas juntos”, disse Tony após sair de casa. Ele chegou a receber um casal de ucranianos na sua nova residência.

Lorna acusou o ex de ignorar as filhas desde que fora morar com Sofiia.

“Eu realmente o amava e pensei que passaríamos o resto de nossas vidas juntos e teríamos filhos, mas ele mudou. Acho que a pressão o atingiu. Até sua própria mãe parou de falar com ele por causa do que ele fez com Lorna. Ele sabia quando me expulsou que eu não tinha dinheiro, nenhum lugar para ir, nenhum outro amigo neste país”, declarou Sofiia.

“As mulheres ucranianas são fortes. Vladimir Putin não vai nos destruir. E Tony Garnett não vai me destruir”, emendou a refugiada, que está à espera de uma nova família que a abrigue.

Tony havia decidido sair de casa com Sofiia quando a então esposa dele, Lorna Garnett, resolveu expulsar a ucraniana da sua casa sob acusação de estar flertando com o marido dela. Sofiia se defendeu, afirmando não ser “destruidora de lares”, título que ainda ecoa nas redes sociais britânicas. A ucraniana ainda disse que, por conta do caso, a sua família no exterior decidiu “deserdá-la”.

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