27 setembro 2022 9:20
27 setembro 2022 9:20

Bolsonaro volta a dizer que é “imbrochável” durante almoço em Nova York

A apoiadores, presidente também defendeu pautas conservadoras e disse que não aceita “discutir a questão do aborto” no Brasil

Por Redação Ecos da Notícia

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Após participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (20/9), o presidente Jair Bolsonaro (PL) esteve em uma churrascaria de Nova York, onde discursou a apoiadores e voltou a dizer que era “imbrochável”.

“Não vou dizer que estamos em um paraíso, se bem que lá é a terra prometida. Mas comparado com demais países do mundo, nós vamos muito bem. Me desculpe, além de imbrochável, eu sou outras coisas também”, afirmou.

O chefe do Executivo federal também defendeu pautas conservadoras e disse que não aceita “discutir a questão do aborto” no Brasil.

“O Brasil é um país laico, mas eu sou cristão e ponto. Então a gente não aceita discutir essa questão de aborto, pra nós é uma questão que a gente tem que respeitar desde a concepção. Não vamos falar em liberação de drogas, nós sabemos onde alguns países ou estados foram com essa tal liberação”, declarou o presidente.

O chefe do Executivo federal também defendeu pautas conservadoras e disse que não aceita “discutir a questão do aborto” no Brasil.

“O Brasil é um país laico, mas eu sou cristão e ponto. Então a gente não aceita discutir essa questão de aborto, pra nós é uma questão que a gente tem que respeitar desde a concepção. Não vamos falar em liberação de drogas, nós sabemos onde alguns países ou estados foram com essa tal liberação”, declarou o presidente.

Assembeia da ONU

Bolsonaro abriu a 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos. O atual chefe do Executivo federal, que é candidato à reeleição, aproveitou seu discurso de 20 minutos no evento para abordar temas de campanha — exaltando medidas de seu governo e atacando gestões petistas, sem citar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) diretamente.

“No meu governo, extirpamos a corrupção sistêmica que existia no país. Somente entre o período de 2003 a 2015, onde a esquerda presidiu o Brasil, o endividamento da Petrobras por má gestão, loteamento político e em desvios chegou à casa dos US$ 170 bilhões. O responsável por isso foi condenado em três instâncias por unanimidade. Delatores deveram US$ 1 bilhão e pagamos para a Bolsa americana outro bilhão por perdas de acionistas. Este é o Brasil do passado”, declarou Bolsonaro.

Metrópoles

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