7 outubro 2022 3:09
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7 de Setembro: Presidente Bolsonaro desfila no Bicentenário da Independência em Brasília

Presidentes da Câmara, do Senado e do STF não compareceram ao evento, que contou com participação de chefes de Estado de três países de língua portuguesa, do vice e ministros.

Por Redação Ecos da Notícia

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) participa em Brasília do desfile de 7 de Setembro em comemoração ao Bicentenário da Independência do Brasil nesta quarta-feira.

Chefes de Estado de três países de língua portuguesa, o vice-presidente Hamilton Mourão, ministros do governo federal e outras autoridades também compareceram.

É o segundo desfile na Esplanada dos Ministérios de que Bolsonaro participa desde que tomou posse. O primeiro foi em 2019, ano em que assumiu o governo. Em 2020 e 2021, a data foi comemorada em uma cerimônia pequena no Palácio da Alvorada em razão da pandemia da Covid-19.

Participaram do evento os presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa; Cabo Verde, José Maria Neves; Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló; o secretário-executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Zacarias Albano da Costa; e o ministro da Presidência da República de Moçambique para Assuntos da Casa Civil, Constantino Alberto Bacela. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), também estava no palanque.

Os presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PL-AL); e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, foram convidados para a cerimônia, mas não compareceram.

Em uma rede social, Rodrigo Pacheco disse que as comemorações do 7 de Setembro “precisam ser pacíficas, respeitosas e celebrar o amor à pátria, à democracia e o Estado de Direito”.

Já Arthur Lira lembrou os 200 anos da Independência do Brasil e afirmou que o 7 de Setembro de 1822 “continua ecoando nas ações e nos compromissos de todos”. “O Brasil independente é sempre o que olha para frente”, declarou Lira em uma rede social.

Em 2019, o então presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), participou do desfile e ficou no palanque com Bolsonaro.

Segundo o Ministério da Defesa, o desfile conta com cerca de 3,1 mil militares, sendo, aproximadamente, 600 da Marinha do Brasil (MB), 2.000 do Exército Brasileiro (EB) e 500 da Força Aérea Brasileira (FAB).

Participam, ainda, veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB), integrantes do Programa Força no Esporte (Profesp), além de ex-integrantes das Forças de Paz e alunos das escolas do Governo do Distrito Federal. A Esquadrilha da Fumaça, da FAB, também se apresenta.

Bolsonaro chegou ao local do desfile no Rolls-Royce presidencial de 1952, utilizado pela primeira vez em 1953, pelo então presidente Getúlio Vargas. No carro, ele estava acompanhado da primeira-dama Michelle Bolsonaro e de crianças. Depois, Bolsonaro caminhou pela avenida em que o evento acontece, cumprimentando o público presente nas arquibancadas.

Às 9h25, o general Dutra, do Comando Militar do Planalto, pediu a Jair Bolsonaro autorização para dar início ao desfile em comemoração ao Bicentenário da Independência. Por volta das 9h35, houve uma exibição de 28 tratores do agronegócio, com bandeiras do Brasil e das unidades federativas.

Bicentenário da Independência

Para as comemorações do Bicentenário da Independência, nos primeiros minutos desta quarta-feira (7), fogos de artifício verdes e amarelos iluminaram o céu de Brasília.

De acordo com o Ministério do Turismo, seriam 7 minutos de espetáculo. Porém, os fogos duraram pouco mais de 2 minutos. O local escolhido foi a Torre de TV, área central do DF.

No final de agosto, chegou ao Brasil o coração de Dom Pedro I também como parte das comemorações do Bicentenário da Independência. O órgão foi trazido da cidade do Porto, em Portugal, onde é guardado na igreja de Nossa Senhora da Lapa.

Conservado em formol, há 187 anos, o coração do imperador será trazido ao país em comemoração aos 200 anos da Independência do Brasil. O órgão, é transportado na cabine de passageiros de uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), acompanhado por três autoridades portuguesas, além de um representante do governo brasileiro.

Fonte/ Portal G1

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