25 setembro 2022 4:16
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VIDEO: Durante aula, menino de 7 anos da lição sobre educação sexual

Garoto de Ibirama, no Vale do Itajaí, se ofereceu para ir à frente da classe e falar o que aprendeu na palestra. Vídeo fez sucesso nas redes sociais.

Por g1 SC e NSC

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Um menino de 7 anos de Ibirama, no Vale do Itajaí, viralizou nas redes sociais ao mostrar para os colegas de sala o que aprendeu durante uma palestra sobre educação sexual na escola. O garoto se ofereceu para responder, na frente da classe, o que deve ser dito quando alguém tentar encostar nas partes íntimas de uma criança.

Menino viraliza ao dar lição durante aula sobre educação sexual em SC

“Não mexe nas minhas partes íntimas”, falou em voz alta. O vídeo publicado pela pedagoga Shirlei Silva, que comandou a atividade, já havia alcançado 122 mil curtidas na noite de segunda-feira (29).

Apesar do episódio ter ocorrido há cerca de um mês, a publicação foi compartilhada por milhares de pessoas nos últimas dias. Entre os comentários, internautas destacaram a importância da educação sexual no combate ao abuso infantil.

A mãe do garoto, Tatiana Kloth Gubler, diz que a família está orgulhosa do caçula.

Ela conta que naquele dia, a turma do 2º ano participou de uma atividade lúdica com uma palestrante que mostrava com sinais verde, amarelo e vermelho em quais partes do corpo da criança o toque é considerado adequado ou não. No final da apresentação, a mulher pediu voluntários para mostrar o que tinham aprendido.

Assunto presente

Tatiana explica que ela e o marido sempre abordam o assunto com os dois filhos, de 7 e de 12 anos. Gubler completa que viu no exemplo do filho uma oportunidade de quebrar tabus e levar conhecimento a outras crianças.

“Eu achei o máximo, porque a gente sempre ensina bastante, deixamos claro que ninguém pode não tocar neles e nem eles, principalmente por serem meninos, não podem tocar em ninguém”, afirma.

“[O vídeo] foi importante para entenderem que educação sexual na escola é isso. Não é ensinar sexo. Eu fico feliz que foi meu filho a ir lá na frente [da turma] falar, porque sei que muitos alunos não conversam sobre isso em casa”, destaca Tatiana Kloth Gubler.

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