23 setembro 2022 6:44
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Polícia Civil cumpre cinco mandados de prisão na Operação Shuru por envolvimento com orcrim no município de Jordão

Entre os criminosos que tiveram mandados cumpridos estão F. P. S (conhecido por Cabocaozão), considerado o líder da organização

Por Redação Ecos da Notícia

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A Operação denominada Shuru, (termo indígena local referente a maconha, que é o principal lucro econômico da ORCRIM no município de Jordão), conduzida pela Polícia Civil desse município cumpriu até a data presente 05 mandados de prisão contra integrantes de uma facção criminosa, envolvidos em pichações na cidade, tráfico de drogas e “disciplinas” (lesão corporal) e corrupção de menor.

Ao longo de 17 meses, as investigações conduzidas pelos Policias que estão a frente da delegacia de Jordão, APC Alailson Mendonça, APC Nagildo Pereira e Mezaqui da Silva e APC Adriano Marinho identificaram que os criminosos estavam articulados e cometendo crimes no pequeno Município isolado do Acre. Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara de Delitos de Organização Criminosa da Comarca de Rio Branco.

Entre os criminosos que tiveram mandados cumpridos estão F. P. S (conhecido por Cabocaozão), considerado o líder da organização; S. P. L. (Paiva do CV / Bola), o disciplinador do bando; J. P. L. A. (Maquinista Vermelho / Fôn), responsável pelas distribuição das drogas; N. S. P (BIBI do Trem), responsável de vender as drogas e na data de hoje (26) foi cumprido mais um mandado em face da faccionada C. F S. (Matadora da Favela) responsável por aplicar as disciplinar nas mulheres, a qual, logo, será encaminhada ao presídio feminino de Tarauacá.

O chefe de posto de Jordão APC Adriano Marinho da um alerta a todos que o crime de integrar organização criminosa é muito grave, a pena que pode chegar até oito anos de reclusão, só por integrar organização. Aquela pessoa que se identifica como membro de organização criminosa, seja por aplicativo de celular, seja por pichações em muros, só por dizer que é integrante de organização criminosa já está sujeita à pena de oito anos, mais a pena do crime que cometer por integrar a organização.

Ressalta ainda, que outros mandados de prisão serão cumpridos como também de buscas em face de outros investigados que se consideram como novos líderes e chefes, após a prisão de “cabocaozão”, ou novos integrantes da organização.

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