10 agosto 2022 4:17
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CINOTERAPIA: A terapia com Pets que auxiliam no tratamento de crianças internadas no Hospital da Criança em Rio Branco

A ação é chamada de Intervenção Assistida por Animais (IAA) e, agora, conta com o amparo legal, com a sanção do Estado à lei que regulamenta, desde 21 de julho.

Por Redação Ecos da notícia

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O afeto de cinco cãezinhos do Projeto Fuça Terapeutas tem agregado no tratamento de crianças internadas no Hospital da Criança de Rio Branco (HC).

Acompanhados por seus tutores, os animais visitaram as enfermarias da unidade, no último fim de semana, interagindo com pacientes e profissionais. Com um pouco mais de 30 minutos de duração, o ambiente de macas, soros e equipamentos hospitalares foi ofuscado pelas risadas e trocas de carinho propiciadas pelo momento.

O bichinhos têm feito sucesso entre a criançada. Foto: Cedida.

A ação é chamada de Intervenção Assistida por Animais (IAA) e, agora, conta com o amparo legal, com a sanção do Estado à lei que regulamenta, desde 21 de julho, a permanência de cães de terapia em órgãos públicos e privados no Acre.

A normatização se estende a toda atividade que incorpora animais aos campos da saúde e educação, visando ganhos terapêuticos em humanos. Em pacientes pediátricos, estudos sugerem inúmeros proveitos resultantes da interação entre criança e animal, como diminuição da dor e até mesmo aceleração no processo de alta, por exemplo.

“A gente sabe dos benefícios, além de proporcionar alegria instantânea às crianças, os cães estão aqui para aliviar o estresse, tirar aquela tensão, aquele clima hospitalar”, afirmou a gerente geral do Sistema de Assistência à Saúde da Mulher e da Criança (SASMC), Laura Pontes.

Apesar de inúmeros projetos semelhantes em execução no Brasil há algum tempo, o Fuça Terapeutas, que teve início em junho, é o pioneiro do segmento no Acre.

“Nossa intenção é levar alegria, e o animal é o agente facilitador desse processo, fornecendo segurança, motivação e ânimo a quem se encontra diante de uma fragilidade física ou emocional”, explicou Maria Elisa Schettim, idealizadora do projeto.

Fonte/ A Gazeta do Acre

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