1 julho 2022 12:51
1 julho 2022 12:51

Síndromes gripais: MPAC apura se houve negligência no atendimento a crianças

Por Redação Ecos da Notícia

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Saúde, está acompanhando a disponibilidade de leitos de pediatria, medicamentos e insumos da rede pública estadual, destinados ao atendimento de crianças acometidas de vírus respiratórios.

Vamos apurar se houve omissão no atendimento às crianças que, infelizmente, morreram, e estamos à disposição das famílias. No início da semana, cobramos a realização de uma campanha para alertar a população. Estamos experimentando um aumento de internações e, com isso, deve ser avaliada a possibilidade de reativar os leitos disponíveis no Into. Em breve, realizaremos outra inspeção, juntamente com nossa equipe técnica, para aferir a ocupação dos leitos e a regularidade do atendimento”, ressaltou o promotor Ocimar Sales.

Na última segunda-feira, 6, com o aumento do número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) comunicou ao Ministério Público a decisão de ampliar os leitos de terapia semi-intensiva e, em seguida, enviou material fotográfico, com alguns pacientes já recebendo atendimento.

A falta de medicamentos e insumos no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) também tem sido objeto de fiscalização do MPAC. Na última sexta-feira, 3, foi registrada uma denúncia do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindimed/AC) com a lista de itens com estoque crítico ou “zerado”, razão pela qual foram solicitadas novas informações sobre os índices do padrão de abastecimento e as razões que ensejaram a diminuição dos estoques.

Nos últimos meses, o MPAC vem realizando inspeções em várias unidades de saúde da capital, que culminaram com reuniões com os representantes da Sesacre e a expedição de requisições de melhorias quanto ao fornecimento de medicamentos e insumos, bem como melhorias estruturais no sistema assistencial à saúde da mulher e da criança.

Fonte: Ascom/MPE

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