4 julho 2022 2:21
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Gasolina a R$ 9 já é realidade nos postos

Além das máximas encontradas, o preço médio do litro de gasolina ficou em R$ 7,23 no Brasil na semana passada.

Por Redação Ecos da notícia

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Além das máximas encontradas, o preço médio do litro de gasolina ficou em R$ 7,23 no Brasil na semana passada.

A escalada dos preços dos combustíveis continua Brasil afora. Nova edição do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta terça-feira, 21, mostrou que a gasolina comum chegou a ser vendida a R$ 8,99 na última semana.

Esse preço máximo encontrado (entre mais de 5.500 postos que fizeram parte da amostra) foi na região Sudeste. Em média, a gasolina comum foi vendida no Brasil a R$ 7,23/litro. 

Os dados dizem respeito ao período entre domingo, 12 de junho, e sábado, 18 de junho. A semana ainda não inclui totalmente o aumento dos preços nas refinarias da Petrobras, que passou a valer exatamente no último dia 18, tendo sido anunciado no dia anterior.

VEJA TAMBÉM: Combustíveis podem subir mais? Apesar de aumento, gasolina e diesel seguem defasados

O valor da gasolina na semana passada está entre os maiores máximos já registrados neste ano. Só perde para a semana até 7 de maio, quando o preço de R$ 8,99 também foi o máximo encontrado (em valor sem inflação do período corrigida).

Além da gasolina, outros combustíveis também continuam em patamares altos.

  • Na semana até 18 de junho, o diesel foi vendido a preço médio de R$ 6,91;
  • O preço máximo encontrado do diesel foi de R$ 8,63; 
  • etanol hidratado ficou em R$ 4,91, em média; 
  • O preço máximo encontrado do etanol foi de R$ 7,89. 
  • Um botijão de 13 kg (GLP) foi vendido em média a R$ 112,50;
  • O preço máximo encontrado foi de R$ 160,00.

Na semana passada, a Petrobras aumentou o preço da gasolina em 5% em suas refinarias (que respondem por cerca de 80% do vendido no Brasil), e em 14% para o diesel (no qual a Petrobras fornece 70%). O GLP, usado no gás de botijão, continuou inalterado.

Os impactos devem ser sentidos sobretudo a partir desta semana.

Antes disso, a petroleira havia passado mais de três meses sem reajustar a gasolina, cuja última alta havia sido em março, e mais de um mês desde o último aumento do diesel, em maio.

Fonte/ Portal EXAME

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