4 julho 2022 2:58
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Crescimento da produção industrial no país acumula alta de 1,4% nos últimos três meses, diz IBGE

Pesquisa feita em todas as unidades da Federação, incluindo o Acre, mostra que nem tudo é má notícia na economia nacional.

Por Tião Maia, da Redação Ecos da Notícia

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Nem tudo é má notícia na economia do Brasil! Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados nesta sexta-feira, 03 de junho, mostram que a produção industrial do país, variou 0,1% de março para abril deste ano. É o que mostram números da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) divulgados pelo IBGE, o que significa crescimento, e o terceiro avanço consecutivo do indicador, que acumula alta de 1,4% no período de três meses.

“A produção industrial, ao assinalar variação positiva de 0,1% em abril de 2022, marcou o terceiro mês seguido de expansão, mas eliminou o recuo de 1,9% registrado em janeiro último. O setor industrial ainda se encontra 1,5% abaixo do patamar pré-pandemia, ou seja, de fevereiro de 2020, e 18% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011”, explicou o gerente da pesquisa, André Macedo.

Na média móvel trimestral, a indústria também cresceu (0,5%). Nos demais tipos de comparação, no entanto, a produção teve quedas, em relação a abril de 2021 (-0,5%), no acumulado do ano (-3,4%), e no acumulado de 12 meses (-0,3%).

De março para abril, 16, das 26 atividades pesquisadas, tiveram alta na produção, com destaques para produtos derivados do petróleo, biocombustíveis (4,6%), bebidas (5,2%), e outros produtos químicos (2,8%), nas 27 unidades da Federação.

No entanto, dez atividades tiveram queda, entre elas produtos alimentícios (-4,1%), e veículos automotores, reboques e carrocerias (-4,2%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, tiveram alta apenas os bens de consumo semi e não duráveis (2,3%), e os bens intermediários. Isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (0,8%). Os bens de capital – máquinas e equipamentos – caíram 9,2%, enquanto os bens de consumo duráveis recuaram 5,5%.

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