4 julho 2022 10:43
4 julho 2022 10:43

Bolsonaro diz que vai mostrar a Biden “o que é o Brasil”

Durante evento no Rio de Janeiro, o presidente comentou sua participação na Cúpula das Américas, e diz que apresentará o Brasil a Biden.

Por Redação Ecos da notícia

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (8) que pretende mostrar a Joe Biden “o que é o Brasil”, durante a Cúpula das Américas, nos Estados Unidos.

O encontro entre os chefes de Estado está previsto para quinta-feira (9). Hoje, o presidente americano chegou à cúpula. Bolsonaro embarca na noite desta quarta.

Em evento com empresários no Rio de Janeiro, o presidente brasileiro disse que cogitou a possibilidade de não comparecer ao evento.

“Acho que todo mundo sabe o que está acontecendo no Brasil. Hoje à noite eu decolo para os Estados Unidos. Bem acompanhado, com a primeira-dama, coisa rara ela viajar comigo. Eu nem iria à Cúpula das Américas. Eu não iria aparecer em fotografia. Foi feito então um diálogo com o assessor do senhor Joe Biden. Foi acertado uma reunião bilateral, do tempo que se fizer necessário. E nós vamos conversar com ele, mostrando o que é o Brasil.”

Presidente da República Jair Messias Bolsonaro. Foto arquivo retirada da Internet.

Na terça-feira, em entrevista ao SBT, Bolsonaro voltou a levantar suspeitas sobre fraude nas eleições americanas de 2020, dizendo que Donald Trump pode ter vencido o pleito.

Durante o evento desta terça, o presidente disse que pode conversar com Joe Biden sobre o encontro que teve com Vladimir Putin em fevereiro, dias antes de a Rússia invadir a Ucrânia.

Segundo Bolsonaro, se Biden fizer perguntas sobre o episódio, ele irá responder “o que puder”.

“Nós vamos falar sobre segurança alimentar. O mundo não vive mais sem o Brasil. A não ser passando fome. ‘Ah, e se eles fizerem alguma pergunta sobre minha ida à Rússia’. Lógico, o que eu puder falar, eu vou falar. O que eu não puder, não vou falar. Assim como eu não tenho off para imprensa, eu não tenho off com chefe de estado nenhum fora do Brasil. Mas, de importante, aportaram 26 navios de fertilizantes, e garantimos o nosso plantio até, no mínimo, o primeiro trimestre do ano que vem.

Optamos pela posição de equilíbrio, não queremos a guerra. E sabemos o nosso potencial e o potencial dos outros.”

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