3 julho 2022 7:53
3 julho 2022 7:53

Ícaro Pinto pega dez anos e dez meses de prisão, mais um ano e três meses de detenção e terá que pagar indenização de R$ 100 mil e uma pensão vitalícia à mãe de Jonhliane

Pena de Alan Lima foi menor: sete anos e onze meses em regime semiaberto, além de R$ 50 mil de indenização e pouco mais de R$ 400,00 de pensão vitalícia

Por Tião Maia, da Redação do Ecos da Notícia

- Publicidade -

Dez anos e dez meses de prisão em regime inicialmente fechado e sem direito à recorrer da decisão em liberdade.

Esta foi a condenação imposta pelo Tribunal do Júri Popular da 2ª Vara Criminal da comarca de Rio Branco contra o réu Ícaro José Pinto, pela morte de Jonhliane Paiva, em agosto de 2020.

Além disso, ele pegou ainda um ano e três meses de reclusão, pena que deve ser cumprida após os dez anos e dez meses de detenção, além do pagamento de uma indenização de R$ 100 mil a título de danos morais à mãe da vitima, assim como uma pensão vitalícia no valor de R$ 977,00, correspondente a 88% do valor do Salário Mínimo vigente no país.
A pena de Alan Lima foi menor, em regime semiaberto.

Ícaro José Pinto foi condenado por homicídio e por isso pegou os dez anos e dez meses e a detenção de um ano e três pelos crimes de omissão de socorro e embriaguez ao volante. Alan Lima, o segundo motorista implicado no caso, pegou uma pena de sete ano e onze meses de detenção, em regime semiaberto, pelo crime de homicídio.

No semiaberto,ele poderá passar o dia fora e dormir na prisão. Lima vai ter que usar tornozeleira eletrônica e tem o prazo de cinco dias para se apresentar para o uso do equipamento.

Lima também terá que pagar pensão e indenização à mãe da vítima. O valor da indenização, a título de perda de danos morais, é de R$ 50 mil, e a pensão em torno de R$ 440,00, correspondente a 44% do valor do salário Mínimo.

O julgamento foi encerrado no início desta noite, após três dias de sessão. Ícaro José Pinto já está de volta ao presídio, enquanto Alan poderá dormir em casa e se apresentar na semana que vem para passar a usar a tornozeleira sob pena de ter contra ele expedido um mandado de prisão, afirmou o juiz-presidente do Tribunal do Júri e que aplicou a sentença, Alesson Braz.

RECEBA NOSSAS NOTÍCIAS EM SEU EMAIL

Digite seu endereço de e-mail para assinar este blog e receber notificações de novas publicações por e-mail.

Junte-se a 146.749 outros assinantes

ÚLTIMAS