23 janeiro 2022 3:15 am
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Rio Branco
23 janeiro 2022 3:15 am

Antigo Lixão não registra incêndios pela primeira vez em 28 anos, por causa de ações da Prefeitura de Rio Branco

Prefeitura de Rio Branco
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Durante vinte e oito anos, a Prefeitura de Rio Branco depositou entulhos numa área particular localizada no entorno da cidade e que por muitos anos foi chamada de aterro de inertes. Um procedimento que levava desconforto para quem mora próximo e para toda a cidade, especialmente no período do verão e que provocava as chamadas “queimadas no lixão”.

Em dez meses de gestão, o prefeito Tião Bocalom mudou essa realidade. “Quando nós assumimos, em janeiro, olhamos os dados dos exercícios passados, todo ano isso aqui incendiava. Todo ano Havia uma energia desnecessária por parte da Zeladoria, da Defesa Civil, da Semeia, um desgaste muito grande para apagar os incêndios”, explicou, nesta sexta-feira, 26, o diretor operacional da Secretaria Municipal de Zeladoria da Cidade (SMZC), Jean Almeida, durante visita ao local.

“Fizemos alguns depósitos dos resíduos de construção civil, o que nós coletamos hoje dos igarapés estamos colocando aqui, fazendo serviço de resfriamento com carro-pipa durante todo o verão. Lá na entrada, nós fazemos a primeira triagem para sabermos quais os tipos de resíduos que estão sendo descartados. Se vier lixo doméstico, animal morto, por exemplo, são levados de imediato para a Unidade de Tratamento de Resíduos (UTRE) explicou Almeida.

Logística reversa

Ele destacou que a previsão de encerramento do aterro, que inicialmente seria no final de dezembro deste ano, poderá ser prorrogada para a metade do ano que vem (2022).

“O prefeito Tião Bocalom tem grande responsabilidade para com o meio ambiente. Nós temos a responsabilidade de encerrar o aterro e, imediatamente, iniciar outro”, explicou Almeida, acrescentando que esse outro local de descarte de resíduos será uma central de triagem.

“Onde será feito todo o processo de separação de vidro, metais, pneus, etc., e fazer a logística reversa, ou seja, todos os resíduos que pela atual legislação não podem mais ser aterrados serão remetidos para os grandes centros para serem reciclados”, enfatizou.

Trabalho social

O coordenador municipal de Defesa Civil, Claudio Falcão, elogiou as ações da SMZC no local, bem como os resultados sociais resultantes delas. “Todo ano a gente tinha incêndios aqui e nós, bombeiros-militares, trabalhávamos durante meses. Neste ano, com as providências adotadas pela atual gestão isso, não ocorreu”, concluiu Falcão.

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