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Acusado de matar professor degolado em Rio Branco vai a júri popular

Juíza Luana Campos, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, pronunciou Raimundo da Silva Alventino pelo crime de homicídio qualificado por meio cruel. Crime ocorreu em setembro de 2019 no bairro Belo Jardim, em Rio Branco.

G1 Acre
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Raimundo da Silva Alventino vai passar por júri popular pela morte do professor José Augusto de Freitas, de 56 anos, em setembro de 2019, em Rio Branco. O réu foi pronunciado pela juíza Luana Campos, da 1ª Vara do Tribunal do Júri. O julgamento ainda não tem uma data definida.

O corpo do professor foi encontrado dentro da casa onde morava no Ramal da Judia, bairro Belo Jardim, região do Segundo Distrito de Rio Branco, sem roupas e degolado.

O acusado responde pelo crime de homicídio qualificado por meio cruel. Na mesma decisão, a juíza manteve a prisão de Alventino. O caso está em segredo de Justiça, por isso o g1 não conseguiu ter acesso ao nome do advogado do réu para saber se vai recorrer da decisão.

Professor de 56 anos foi encontrado morto dentro da casa em setembro de 2019, em Rio Branco — Foto: Reprodução/WhatsApp
Professor de 56 anos foi encontrado morto dentro da casa em setembro de 2019, em Rio Branco — Foto: Reprodução/WhatsApp

Alventino foi preso em abril deste ano na região do Calafate, em Rio Branco, após quase dois anos do crime. A Polícia Civil chegou a prender o suspeito em dezembro de 2019, porém, ele foi solto após cumprir sua pena temporária em regime fechado.

Conforme denúncia do Ministério Público do Acre (MP-AC), pelo que foi apurado pela polícia, apontou que a vítima tinha relações sexuais com o denunciado em troca de valores financeiros. E que durante a noite, o professor acabou sendo atacado pelo denunciado, que espancou com vários golpes pelo corpo, vindo a degolá-lo.

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