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24 novembro 2021 4:53 am

Vídeo: Irmão avisa e pai salva bebê que se afogava em piscina

Menina de 1 ano e 4 meses começou a se afogar depois de entrar na piscina em casa, em Matrinchã, interior de Goiás

da Redação Ecos da Notícia
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Uma bebê de 1 ano e quatro meses quase se afagou na piscina de casa em Matrinchã, a 250km de Goiânia. Bella Araújo entrou na piscina sozinha enquanto o pai dormia em uma rede. A sorte foi que o irmão da pequena, Miguel, de apenas 5 anos, viu e chamou o pai. O acidente aconteceu em 12 de setembro e viralizou depois que a mãe, Karlla Lohara, postou o vídeo da câmara de segurança nas redes sociais.

Ao Correio, Karlla explicou que nunca imaginou que o vídeo teria tanta repercussão. A publicação teve como intuito fazer um alerta para os perigos da piscina, porém, os pais acabaram recebendo muitas mensagens de apoio e também críticas. Os usuários acusaram a família de negligência. “Vieram muitos comentários maldosos e positivos. No início, eu tentava justificar, mas depois vi que as pessoas só veem o que elas querem ver. Tem coisas que machuca, mas eu apago muito rápido, nada que abala meu psicológico”, destaca.

No vídeo, é possível ver a bebê andando em direção a piscina e depois entrando dentro dela. Nesse momento, ela começa a se afogar. Na sequência, o irmão grita o pai que pula dentro d’água e salva a criança.

Karlla Lohara explicou que a piscina sempre fica com uma lona, porém, nesse dia ela tinha acabado de ser usada pela família quando começou a chover. A mãe então foi trocar a bebê no quarto e o pai deitou na rede enquanto esperava a chuva passar. Depois que foi trocada, a menina voltou para a área de lazer. De acordo com a mãe, tem uma porta que impede a passagem da casa para a área, porém, ela estava aberta porque o filho mais velho tinha passado por ali. “O pai acreditava que a porta estava fechada e eu achava que ele estava alerta”, lembra.

Depois que o vídeo viralizou, Karlla recebeu muitas mensagens questionando porquê os pais não colocavam ela na natação, mas, de acordo com ela, na cidade não tem professores para bebês. Mas com a repercussão uma professora entrou em contato com ela e a menina já começou a fazer as aulas por videoconferência. “Todo cuidado é pouco. Se deixar com alguém, tem que verificar se a pessoa está de olho. A gente não consegue ser 100%, mas temos que ficar de olho, porque eles são muito rápidos”, destaca.

Fonte: Correio Braziliense

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