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Acusado de matar homem com tiro na cabeça em lanchonete vai a júri popular no AC

G1AC
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Julgamento de Matheus Maciel da Silva ocorre nesta quarta-feira (13) na 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco. Renata Silva dos Santos foi morto em março de 2019.

Julgamento de Matheus Maciel da Silva ocorre nesta quarta-feira (13) na 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco

O acusado de participação na morte de Renato Silva dos Santos, de 33 anos, em 2019, vai a júri popular nesta quarta-feira (13), na 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco. Matheus Maciel da Silva responde pelos crimes de homicídio e por integrar organização criminosa.

Santos foi assassinado com tiro na cabeça no dia 12 de março de 2019. Ele trabalhava em uma lanchonete, no Conjunto Altamira, bairro das Placas, em Rio Branco, quando dois homens chegaram ao local e teriam pedido um lanche. Em seguida, um deles efetuou o disparo.

A vítima chegou a ser lavada ao Pronto-socorro de Rio Branco, mas acabou não resistindo ao ferimento e morreu no dia seguinte.

Além do réu, devem ser ouvidas cinco testemunhas no julgamento desta quarta, entre elas a mãe e o irmão da vítima.

Ao g1, o advogado de Silva, Andriw Souza disse que ele nega a autoria e a participação no crime e que quem efetuou o disparo contra a vítima foi outra pessoa. Portanto, a defesa vai tentar a absolvição do réu. O acusado está preso no Complexo Penitenciário de Rio Branco.


Renato Silva dos Santos foi morto em março de 2019 com um tiro na cabeça em Rio Branco — Foto: Arquivo

Conforme a denúncia do Ministério Público, a vítima estava em sua lanchonete, quando Silva chegou com um comparsa ainda não identificado e pediram dois lanches. Em seguida, o comparsa do acusado efetuou um disparo que atingiu a cabeça da vítima.

Silva teria ido até a lanchonete minutos antes para verificar se a vítima estava no local e retornou em seguida já com o executor do homicídio. O MP pontuou ainda na denúncia que tanto Silva como seu comparsa usaram de dissimulação, uma vez que chegaram a pedir os lanches, como forma de dificultar qualquer defesa da vítima.

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