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26 outubro 2021 10:35 pm

Queiroga com Covid: imprensa internacional noticia infecção do ministro da Saúde brasileiro

Por: Catriny Souza/Fonte: G1.globo.com

Ministro é o 2º integrante da comitiva brasileira em NY a ser diagnosticado com o novo coronavírus. Jornais destacaram que Queiroga cumprimentou o premiê britânico.

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A imprensa internacional noticiou a infecção por Covid-19 do ministro da Saúde brasileiroMarcelo Queiroga, que foi a Nova York com o presidente Jair Bolsonaro para a 76ª Assembleia Geral da ONU.

Queiroga é o segundo integrante da comitiva brasileira a ser diagnosticado com Covid-19. Ele vai permanecer na cidade americana por 14 dias, em quarentena, segundo o Ministério da Saúde.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomendou ao governo brasileiro que autoridades que tiveram contato em o ministro da Saúde também fiquem em isolamento por 14 dias.

Antes de testar positivo, o ministro esteve em um evento com a primeira-dama Michelle Bolsonaro, investidores e chefes de Estado

Veículos de comunicação como o jornal britânico “The Guardian” e o americano “The Washington Post” destacaram que o ministro cumprimentou o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, que se reuniu com Bolsonaro e estava sem máscara no encontro.

gesto ofensivo de Queiroga a manifestantes foi mencionado pelo “Guardian” e também pela rede de televisão CNN. Nesta quarta-feira (22), o ministro disse estar preocupado com a saúde, não com a repercussão do gesto obsceno.

O fato de a comitiva brasileira ter ficado hospedada no mesmo hotel que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também foi destacado.

O jornal americano “The Washington Post” destaca que Queiroga vai permanecer em Nova York em isolamento, por 14 dias, e que o ministro da Saúde brasileiro se vacinou contra a Covid-19 (ao contrário de Bolsonaro, que “permanece desafiadoramente não vacinado”.

O “Washington Post” também destacou o discurso do presidente brasileiro na ONU: “Bolsonaro disse que seu governo não apoia o uso do passaporte da vacina e defendeu o tratamento com medicamentos não comprovados [cientificamente], como o antimalárico hidroxicloroquina”.

 

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