Rio Branco,

Operação do MP e polícia contra crime organizado cumpre 51 mandados judiciais no Acre e AM

Operação 'Repiquete' foi deflagrada nesta quarta-feira (7) na região do Vale do Juruá.

G1 AC
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Em mais uma ação contra o crime organizado, o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Acre e a Polícia Militar deflagraram nesta quarta-feira (7) a operação “Repiquete”.

Estão sendo cumpridos 51 mandados judiciais, sendo 15 de busca e apreensão, e 36 de prisão preventiva nos municípios de Cruzeiro do Sul, Porto Walter, Rodrigues Alves, Mâncio Lima, Feijó e Tarauacá, além de Guajará, no Amazonas.

As ordens judiciais também estão sendo cumpridas nas unidades penitenciárias Moacir Prado, em Tarauacá, e Manoel Néri, em Cruzeiro do Sul.

O objetivo da ação é prender lideranças de uma organização criminosa, com atuação nacional, nas cidades do Vale do Juruá e também no Amazonas. Ao todo, são cerca de 60 policiais militares dos dois estados, além de promotores de justiça e equipe técnica do Gaeco envolvidas na operação.

Investigações

Conforme o MP-AC, durante as investigações foram devidamente identificados integrantes que ocupavam funções de chefia na facção criminosa, responsáveis pelo tráfico de drogas na região do Juruá e no Amazonas. Entre os postos ocupados pelos alvos, segundo o órgão, está o de “conselheiro rotativo”, “frentes de bairro”, e “referências”.

A ação dá continuidade à estratégia de deflagração de operações regionalizadas do MP-AC através do Gaeco. A última operação voltada para combater facções criminosas foi a“Black List”, deflagrada no último dia 2 de junho. No dia, foram cumpridos 41 mandados judiciais, sendo 15 de busca e apreensão e 26 de prisão preventiva.

Ainda segundo o MP-AC, a investigação que levou à deflagração da operação desta quarta durou cerca de cinco meses e foi resultado do aprofundamento das provas colhidas em operações anteriores.

O nome da operação faz referência aos movimentos de cheia repentina dos rios do Acre após vazante, e remonta à continuidade dos trabalhos realizados pelo Gaeco e da PM-AC.

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