Rio Branco,

BBB não paga minhas contas: ex-brothers contam como é vida pós reality

Há quem entre no Big Brother Brasil para viver de mídia e se bancar por um longo tempo com os famosos publis nas redes sociais ou com presenças VIPs.

METRÓPOLES
Nem só de fama vive um ex-BBB. Confira histórias de quem saiu do programa e continuou a vida longe dos holofotes
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Há quem entre no Big Brother Brasil para viver de mídia e se bancar por um longo tempo com os famosos publis nas redes sociais ou com presenças VIPs.

No entanto, também tem aqueles que buscam o programa apenas pelo prêmio e retomam uma carreira profissional que não depende do estigma de ex-BBB. A coluna conversou com alguns participantes para saber como é a vida após o reality show.

Adélia Soares já tinha uma carreira estabelecida como advogada quando entrou no BBB16 e retomou a profissão após o programa.

“Nunca tive ambição de ficar famosa. Entrei no jogo para concorrer a R$ 1,5 milhão. Sabia que era uma consequência da exposição me tornar conhecida por um tempo, mas que era momentâneo. Estava bem resolvida com a minha vida profissional e nunca tive o desejo de mudar de carreira”, disse ela.

Já Aline Dahlen, que saiu do BBB14 com fama de vilã, soube se reinventar após o reality show.
Ela esperava abrir portas em sua carreira de atriz através do programa, mas mudou de área e atualmente é campeã de fisiculturismo.
“Tem gente que só faz uma coisa na vida e se apega a isso, cria notícia, inventa fato para estar sempre ‘aparecendo’. Eu segui a vida e corri atrás de algo sólido, que durasse mais que um verão”, comentou.
Arquiteto, Rafa Oliveira não tinha projeções com a fama ao sair do BBB12.
“Não tinha apelo publicitário. Nunca ganhei grana com o pós BBB, muito pelo exposto e também por eu não querer me sujeitar a algo que não era meu. Foi muito difícil para mim. De uma hora para outra, troquei minha estabilidade para ser uma pessoa conhecida, mas que não me trazia algo positivo profissionalmente”, afirmou ele.
Presenças VIP

Já lá no longínquo BBB1, era ainda mais difícil se imaginar vivendo de mídia. “Eu achava que iria sair da casa e voltar para o meu trabalho.

Cheguei a acordar cedo para ir para a Câmara dos Vereadores, mas fui impedida pelo meu porteiro, que estava tremendo pelo número de fãs na portaria.

Quando entrei para trabalhar na Marinha, colocaram a foto da Tati Rio pelada nos desktops do Clube Naval achando que era eu”, lembrou Cris Mota.

E mesmo na primeira edição do reality já era possível ganhar dinheiro.

“O auge dos convites durou dois anos. Foi bom, mas comparado ao que se ganha hoje em dia, o valor não era tão alto”, falou Cris.

Já com o passar dos anos, os trabalhos foram melhorando para os novos participantes.

“Aproveito bastante os convites que envolvam viagens, porque é uma das minhas paixões. Viajar sem gastar e ainda receber é sensacional”, disse Adélia.

“O único trabalho remunerado que fiz por conta do BBB foi o Zorra Total. Algumas participações foram muito legais de se fazer, mas a grana não era alta, não”, ressaltou Aline. Já Rafa saiu da mídia pouco tempo após sua edição.

“Sofri um acidente e precisei me recuperar em Santa Catarina. Sumi das festas no Rio de Janeiro e fui meio que esquecido. Voltei para minha área. Hoje em dia tenho uma empresa de obras e instalações”, disse ele.

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