Rio Branco,

Brasil registra mais 685 mortes por covid-19

Por DW

Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

O Brasil registrou 35.758 novos casos confirmados de coronavírus e 685 mortes ligadas à covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) nesta terça-feira (17/11). Os novos números elevam o total de infectados para 5.911.758, enquanto o de óbitos chega a 166.699.

O Conass não divulga o número de pessoas recuperadas. Segundo o Ministério da Saúde, 5.322.406 pessoas haviam se recuperado da doença na segunda-feira.

Diversas autoridades e instituições de saúde alertam, contudo, que os números reais de casos e mortes devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação.

A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes subiu para 79,3 no Brasil, uma das mais altas do mundo. Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, dos EUA, o Brasil é a sexta nação com a maior proporção de mortes no mundo, se desconsideradas as micronações europeias San Marino e Andorra.

Neste quesito, o país só está atrás de Bélgica (127,96), Peru (110,13), Espanha (88,29), Argentina (80,30) e Chile (79,36). Está à frente dos EUA (75,56), o país com maior número absoluto de mortos do mundo, e do Reino Unido (78,57), a nação europeia com mais óbitos.

Em números absolutos, o Brasil é o terceiro país do mundo com mais infecções, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam mais de 11,2 milhões de casos, e da Índia, com 8,8 milhões. Mas é o segundo em número de óbitos, depois dos EUA, onde morreram mais de 248 mil pessoas.

Ao todo, mais de 55,3 milhões de pessoas contraíram o coronavírus no mundo, enquanto mais de 1,33 milhão morreram em decorrência da doença, segundo contagem mantida pela Universidade Johns Hopkins.




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