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Biden vence Trump em eleição geral para Casa Branca, diz pesquisa

CNN
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O ex-vice-presidente Joe Biden tem larga margem de vitória sobre o atual presidente Donald Trump na corrida pela Casa Branca, de acordo com pesquisa da CNN conduzida em pela SSRS divulgada nesta quinta-feira (9).

Biden tem 53% dos votos dos eleitores registrados até o momento, ante 42% de Trump. O resultado se mantém estável em relação a levantamento anterior, realizado no início de março. O cenário nacional mostra que Biden tem a liderança até o momento, mas o levantamento não revela o resultado nos estados —que, no final, é o que decide a disputa.

A pesquisa foi conduzida entre 3 e 6 de abril, com 1.002 entrevistados. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais, para mais ou para menos.

 

Biden lida melhor com saúde, Trump, com economia

Joe Biden é considerado mais confiável em várias áreas, incluindo resposta à epidemia do coronavírus (52% a 43%), questões ligadas à saúde (57% a 39%) e apoio às classes médias (57% a 38%). No entanto, Trump vence quando o assunto é economia (50% contra 46% de Biden).

De acordo com o levantamento, os norte-americanos se mantêm fiéis a seus partidos. Biden é apoiado por 91% dos que se consideram democratas, enquanto Trump tem 96% dos republicanos. Eleitores independentes dão vantagem a Biden, 52%, contra 40% que apoiariam Trump.

As divisões demográficas da eleição de 2016 devem persistir em 2020. Biden tem o voto de 62% das mulheres (contra 32% de Trump), e Trump lidera entre os homens (51% contra 44% de Biden).

Biden tem vantagem entre o eleitorado mais jovem, que preferia o senador Bernie Sanders como candidato democrata nas primárias do partido. Entre os que têm menos de 35 anos, 62% votam em Biden, contra 31% de Trump. A prevalência do atual presidente é maior entre os mais velhos (55% contra 42%).

Eleição em tempos de pandemia

A pandemia do novo coronavírus alterou drasticamente a campanha presidencial. Biden e Trump suspenderam eventos presenciais e diversos estados adiaram suas primárias até o começo do verão no hemisfério norte, em junho.

No entanto, a maioria dos americanos acham importante que os estados ofereçam votação preencial (54%). O número de eleitores que preferem que a eleição seja por correspondência, contudo, também foi significativo —41%. Mas há uma grande divisão partidária dentro desses números: 57% dos democratas acreditam que o pleito deveria ser realizado à distância, ante 28% dos republicanos que pensam o mesmo.

Os independentes também têm preferência pela votação presencial: são 56%, contra os 40% que gostariam que os votos fossem registrados à distância.

Na última sexta (3), Trump condenou a votação por correspondência em entrevista coletiva na Casa Branca, dizendo ser pouco segura. No entanto, o presidente usou esse método nas eleições de 2018, que determinou senadores, congressistas e governadores.

O candidato democrata
Joe Biden e Bernie Sanders, pré-candidatos democrata à presidência dos EUA
Partido Democrata adiou convenção que escolherá Joe Biden (E) ou Bernie Sanders como candidato à presidência dos EUA Foto: Kevin Lamarque – 15.mar.2020/ Reuters

O caminho de Biden para se tornar o candidato democrata está traçado com a desistência de seu principal rival, Bernie Sanders, nesta quarta (8).

No entanto, mesmo antes de Sanders suspender sua campanha, as pesquisas mostravam que Biden tinha 65% do apoio democrata, contra 30% do senador de Vermont.

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