Padastro que estuprava a enteada é condenado a 60 anos de prisão

Um homem, morador de Manoel Urbano, no interior do Acre, foi condenado a 60 anos de prisão, inicialmente em regime fechado, por estuprar a enteada menor de idade repetidamente. O caso repercutiu fortemente na pequena cidade acreana. A decisão está no Diário da Justiça do Acre.

Segundo publicou o site do Tribunal de Justiça do Acre, a família morava em um ramal no interior da cidade e o acusado cometia o crime quando a mãe da adolescente se ausentava. Por isso, a juíza de Direito Ana Paula Saboya entendeu que ele cometeu o crime por pelo menos quatro vezes.

Assim, por tudo que há nos autos, entendo que restou clara a ocorrência de pelo menos quatro condutas realizadas pelo réu contra a vítima, todas em concurso material”, escreveu.

Na sentença, a juíza de Direito titular da unidade judiciária enfatizou que as circunstâncias e consequências do crime foram graves, pois, o crime “foi cometido na zona rural, o réu se aproveitou da ausência da mãe” e “o réu para garantir a impunidade não matriculou a menor na escola, lhe retirando a grande bem, e que poderia liberta-la de sua ação criminosa”,  pontuou a magistrada.

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