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Estudo destaca investimentos dos governos Jorge Viana e Binho Marques na Educação do Acre

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Por Juruá em Tempo
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Um estudo coordenado pelas pesquisadoras Vanda Ribeiro, da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid) e Cláudia Vóvio, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apontam um desenvolvimento na Educação do Acre não somente no avanço da Educação Básica, mas sim levando em consideração outros conceitos como o combate às desigualdades raciais, de gênero e socioeconômicas.

O estudo observou dados de 1999 a 2011, período dos governos dos petistas Jorge Viana e Binho Marques. As políticas educacionais voltadas para atender ribeirinhos, seringueiros e indígenas possibilitaram ao Acre lugar de destaque nesse período.

Ao assumir o governo do Acre em 1999, das mãos de Orleir Cameli, tio do atual governador Gladson Cameli, o então governador Jorge Viana uma situação difícil na Educação. De acordo com o estudo, em 1999 o Estado tinha uma péssima infraestrutura das escolas, poucos professores com formação superior e resultados pífios no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O Acre ocupava uma colocação ruim no ranking.

Para sair dessa situação, o governo do Acre investiu em parcerias e planejamento. Resolveu dividir a Educação Rural em dois pontos. O primeiro voltado para atender escolas mais próximas dos centros urbanos e outra para atender as escolas de difícil acesso.

Paralelo a isso, o governo também investiu em formação de professores indígenas que se tornaram disseminadores do conhecimento e assim facilitou a vida educacional nas aldeias, valorizando a cultura dessas etnias. O número de escolas indígenas saltou de 75 em 1999 para 175 em 2011. O quantitativo de vagas nas escolas indígenas saiu de 2.541 para 7.192, no período citado.

A reportagem publicada pelo Valor Econômico e assinada pela jornalista Andrea Vialli, diz ainda, que todos esses investimentos refletiram no melhoramento dos resultados obtidos no Ideb do Acre, que de 2005 a 2013 teve crescimento de 52% nos primeiros anos do ensino Fundamental, ficando acima da média nacional e da Região Norte. E 27% nos anos finais do Fundamental, 2% a mais que a média registrada no País.

Com informações do Valor Econômico

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