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Inspetor Getúlio toma posse como novo Superintendente Regional da PRF no Acre

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Foi realizada na tarde de quinta-feira (11) na sede da Polícia Federal de Rio Branco, a solenidade de posse do novo Superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Acre, Insp. Getúlio Mário Gomes de Azevedo. A ocasião contou com a presença do Diretor de Administração, Insp. Ciro Ferreira, que representou o Diretor Geral da PRF, o Insp. Adriano Furtado.

A solenidade foi comandada pelo Mestre de Cerimônias da PRF, Insp. Ricardo Torres, e foi prestigiada por diversos convidados, como servidores da PRF (ativos e aposentados), a Superintendente da PF no Acre, Sra. Diana Calazans Mann, o Procurador de Justiça, Sr. João Marques Pires, representando a Procuradora-Geral do Ministério Público do Acre (MPAC), Sra. Kátia Rejane Rodrigues, o Superintendente da PRF no estado do Amazonas, Sr. Benjamin Affonso Neto, o Superintendente Substituto do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) no estado do Acre, Sr. Sebastião Santos da Silva, o Vice-Governador, Major Rocha, representando o Governo do estado do Acre, o Secretário de Segurança Pública, Coronel Paulo Cezar Rocha dos Santos, o Comandante Geral da Policia Militar, Coronel Ezequiel Bino, o Diretor da Polícia Civil, Delegado José Henrique Maciel Ferreira, Comandante Geral do Corpo de Bombeiros, Coronel Carlos Batista, a Assembleia Legislativa do estado do Acre (ALEAC), na presença do Deputado Estadual Gehlen Diniz, o Prefeito Municipal de Sena Madureira, Sr. Mazinho Serafim, assessores e representantes da bancada federal do Acre, Câmara Municipal, imprensa, parentes e amigos do Insp. Getúlio, dentre outros parceiros da PRF.

Até abril de 2016, a PRF no Acre pertencia à 5Delegacia da Superintendência de Rondônia (SRPRF-RO/AC). A partir do dia 6 de abril daquele ano, foi implementada a Superintendência da PRF no Acre (SRPRF/AC).

O Insp. Getúlio faz parte da história da Polícia Rodoviária Federal, ele desempenhou diversas funções operacionais e de gestão nos estados de Rondônia e Acre. As últimas funções exercidas antes de assumir o novo cargo foram a de Chefe da Seção de Operações e Superintendente Substituto da SRPRF-RO, entre os anos de 2016 e 2019. Com vasto currículo, o novo Superintendente trabalhará com o efetivo de policiais rodoviários federais buscando a integração com as forças de segurança que atuam no Acre e demais agências parceiras; com o objetivo de realizar o contínuo trabalho de melhor atender a sociedade acreana, para a entrega de serviços do interesse público. Com informações da Assessoria da PRF.

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Cão “Dante” da PM encontra 28 kg de maconha enterrados em quintal e mulher é presa

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Por Marcos Dione/Fotos: Assessoria PM

A senhora Marinilda Braz, de 39 anos, foi presa e um menor foi apreendido na tarde deste sábado (13) no bairro Santa Helena, nas proximidades do Parque Chico Mendes, em Rio Branco. Na ação, os agentes do 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM), com ajuda do cão “Dante”, apreenderam aproximadamente 30 kg de droga.

A assessoria da PM informou que uma guarnição estava em patrulhamento na região. Ao abordarem o menor, os policiais encontraram com ele 1 tablete de maconha e 4 cartuchos calibre 12. Questionado, o adolescente teria relatado que a droga seria de propriedade de Marinilda e levado a equipe até a casa dela.

Na residência, foram encontrados inicialmente 1 kg e meio de maconha e pelo menos 12 trouxinhas de cocaína. A guarnição solicitou o apoio do CPCães, que com a ajuda do cachorro “Dante” encontrou outros 28 kg de maconha divididos em vários tabletes que estavam enterrados no quintal da casa.

A mulher foi conduzida à Delegacia de Flagrantes (DEFLA), onde foi apresentada ao delegado plantonista. Além da droga, na casa também foi encontrada uma quantia em dinheiro. Todo o material foi apreendido.

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Mais uma pistola municiada é encontrada numa das celas do presídio de Rio Branco

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Por Marcos Dione/Foto: Assessoria Iapen

Mesmo com aparelhos de raio-x e detectores de metal, armas de fogo continuam entrando no Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde (FOC) e tendo como destino as mãos dos detentos que lideram facções criminosas. Na sexta-feira (12) uma pistola 9 milímetros de uso restrito das forças de segurança foi encontrada em uma cela da unidade prenitenciária. Com isso, as visitas aos pavilhões L e H foram novamente suspensas.

A pistola encontrada contava com dois cartuchos municiados. Além da arma também foram encontrados terçados, que segundo a direção do presídio, são produzidos pelos próprios presos. O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-Ac) informou por meio de sua assessoria, que as visitas foram suspensas devido a possibilidade de existirem mais armas de fogo em poder dos presos. Uma revista minuciosa deve ser realizada nos próximos dias.

Como existe raio-x e detector de metal na entrada dos visitantes, a suspeita é de que essas armas sejam levadas pelos próprios agentes penitenciários e sejam vendidas para os detentos.

Lucas Gomes, que é presidente do Instituto de Administração Penitenciária, informou por meio da assessoria que as apreensões comprovam o caráter preventivo das suspensões de visitas e das operações nos presídios. Segundo ele, medidas “enérgicas” serão tomadas para apurar as circunstâncias da entrada da arma de fogo.

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Membros de facção são condenados a mais de 200 anos por torturar e matar jovem na Cidade do Povo

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) obteve a condenação de sete integrantes de facção criminosa perante a 2 ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco em julgamento que durou três dias, tendo sido encerrado nesta quarta-feira, 10. Somadas, as penas ultrapassam os 200 anos de prisão.

Geovani de Souza Lima, Maicon da Silva Nascimento, Maria Cegobe Ferreira, Felipe dos Santos, Felipe Brito do Nascimento, Willy Duarte Gois e Patrícia Barbosa de Souza foram condenados por manter em cárcere privado, torturar e matar uma jovem de 19 anos que seria integrante de uma facção rival.

Os réus também responderam por ocultação de cadáver e por integrarem organização criminosa.

Os crimes ocorreram em outubro de 2017 e foram motivados por suspeita de que a vítima teria tido participação no assassinato de um membro da facção. Segundo o Ministério Público, o grupo colocou em prática o plano de capturar, interrogar, julgar e sentenciar os responsáveis pela morte de Luiz Leandro Castro Araújo, ocorrida no mês anterior.

Para isso, utilizaram um menor para atrair a vítima por meio de uma rede social para uma residência no bairro Belo Jardim, de onde foi levada para o conjunto Cidade do Povo, locais em que foi mantida em cárcere privado por dias, tendo sido submetida a grave ameaça e sofrimento mental e moral para que fornecesse informações ou confessasse o crime.

O assassinato

A jovem foi levada para outro local, próximo a um igarapé, onde foi morta a golpes de faca desferidos por dois dos réus. Para o MPAC, os atos criminosos foram motivados por torpeza, utilizando-se meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Após o crime, os réus divulgaram fotos nas redes sociais com a intenção de demonstrar o que são capazes de fazer com seus rivais.

Em seguida, por orientação do grupo, um menor enterrou o cadáver. Na denúncia o Ministério Público sustentou que, mesmo que não tenham praticado os atos de execução os réus sabiam que o destino da vítima seria a morte, como também concordavam com a destinação que seria dada a corpo, que só foi encontrado em janeiro de 2018.

Ascom MPE

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