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política

DEMITIDO: Vagner Sales é exonerado por Gladson Cameli

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O ex-prefeito de Cruzeiro do Sul Vagner Sales  foi exonerado pelo governador Gladson Cameli. O Diário Oficial desta quarta-feira, 12, traz a revogação do decreto do então secretário de Articulação.

Vagner é condenado por improbidade administrativa, o Ministério Público já havia recomendando sua exoneração, por ser ficha suja.

A exoneração de Vagner

Vagner Sales usou recurso público, segundo denúncia do Ministério Público acatada pela Justiça. Conforme o MP, na época em que era prefeito de  Cruzeiro do Sul, Sales asfaltou o ramal Canela Fina, acesso onde fica localizada sua propriedade rural. Por isso, Sales é obrigado pela Justiça Federal a devolver mais de R$ 600 mil aos cofres públicos.

Em março, a promotora Myrna Teixeira de Mendonza, do Ministério Público, recomendou a exoneração de  gestores condenados por atos de improbidade administrativa. Não só Vagner Sales entrou na mira. O ex-prefeito de Senador Guiomard, James Gomes, também responde por improbidade. Ele contratou, quando era prefeito de Senador Guiomard, entre 2009 e 2015, servidores públicos sem a realização de concurso, o que é proibido por lei.

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Gladson Cameli vai convocar cadastro reserva de concurso da PM

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Por Juruá em tempo

O governador Gladson Cameli anunciou neste sábado, 15, durante solenidade do aniversário de 57 anos de emancipação política do Acre, que irá convocar os aprovados no cadastro reserva do último concurso da Polícia Militar.

Segundo Cameli, os aprovados serão convocados assim que encerrar o curso de formação militar dos candidatos já nomeados.

Vamos convocar todos imediatamente, assim que acabar o curso de formação que já iniciou”, afirmou.

No momento, 230 alunos estão em formação. O número de aprovados no cadastro reserva é de aproximadamente 460 candidatos. Caso haja nova convocação, a Polícia Militar do Acre receberá um reforço de pelo menos 600 novos militares até junho de 2020.

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Governador do Rio de Janeiro sugere explodir com míssil traficantes armados

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Estadão Conteúdo- O governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, provocou polêmica ao sugerir que traficantes armados que atuam em comunidades cariocas poderiam ser explodidos com um míssil. As declarações de Witzel foram feitas durante um discurso nesta sexta-feira, 14, na Câmara Municipal de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em referência às imagens de criminosos armados na Cidade de Deus, na zona oeste do Rio.

A nossa Polícia Militar não quer matar, mas não podemos permitir cenas como aquela que nós vimos na Cidade de Deus. Se fosse com autorização da ONU, em outros lugares do mundo, nós teríamos autorização para mandar um míssil naquele local e explodir aquelas pessoas”, discursou Witzel.

A deputada estadual Renata Souza (PSOL/RJ), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), divulgou nota de repúdio sobre as declarações do governador.

“Segurança pública se faz com estratégia, prevenção e inteligência, não com mísseis e execuções sumárias. A declaração do governador revela uma mentalidade autoritária e violenta que expressa, no fundo, o seu preconceito e total desprezo com a vida dos pobres que moram nas favelas do Rio de Janeiro. Além disso, é claro, uma tentativa de deslegitimar e menosprezar uma importante instituição internacional como a ONU”, escreveu Renata Souza, em nota.

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Confio em Moro, mas confiança 100% é só em pai e mãe, afirma Bolsonaro

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Por Estadão Conteúdo- Um dia após novos vazamentos de conversas do ministro da Justiça, Sergio Moro, reveladas pelo The Intercept Brasil, o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse que o ex-juiz foi responsável por “por buscar uma inflexão na questão da corrupção”.

“O Moro foi responsável, não por botar um ponto final, mas por buscar uma inflexão na questão da corrupção e mais importante: livrou o Brasil de mergulhar em uma situação semelhante à da Venezuela”, afirmou o presidente na sexta-feira, 15.

Questionado se confia no ministro, ele disse que sim, mas que confiar 100%, “só em pai e mãe”. “Eu não sei das particularidades da vida do Moro. Eu não frequento a casa dele. Ele não frequenta a minha casa por questão até de local onde moram nossas famílias. Mas mesmo assim, meu pai dizia para mim: confie 100% só em mim e na mãe”, disse.

Bolsonaro afirmou ainda que muita gente se surpreendeu com a demissão do general Santos Cruz de seu governo nesta semana. “Isso pode acontecer. Muitas vezes, você se surpreende com a separação de um casal: ‘Mas viviam tão bem!’. Mas a gente nunca sabe qual a razão daquilo. E é bom não saber. Que cada um seja feliz da sua maneira”, afirmou.

 

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