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ASSISTA VÍDEO: Em entrevista mulheres confessam detalhes do esquartejamento de criança

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Mulheres confessam crime e relatam detalhes macabros cometidos contra a criança há um ano, como terem decepado o pênis do garoto (emascularem), improvisada em casa, sem uso de anestésico, ou qualquer material apropriado, e por uma única razão: Acreditarem que a criança queria ser mulher e após a pratica da Penectomia (retirada do pênis, também chamada falectomia), Rosana Auri da Silva Candido, mãe do pequeno Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos e a companheira dela Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa relataram terem improvisado uma espécie de órgão sexual feminino no garoto, mas não deram detalhes de como foi a cicatrização, se houve consequências, como infecção, somente alegaram que para concluir o processo de “mudança de sexo” elas deixaram o cabelo de Rhuan crescer.

Toda essa barbárie aconteceu há um ano, e na última sexta-feira 31 de maio, quando as duas mulheres colocaram em pratica um plano de crime mais macabro ainda, que foi a morte a facadas, esquartejamento, fritura da pele do corpo da criança.

Os motivos elas tentam explicar em um depoimento informal na Delegacia do Distrito Federal onde estão presas.

ATENÇÃO: Relatos na entrevista são extremamente fortes.

 

 

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Emocionante: deficiente físico faz apelo para que a mãe seja tratada do vício em drogas.

O jovem de 20 anos perdeu os movimentos de parte do corpo por um erro médico. O desejo dele é que a mãe pare de usar drogas, e que não o abandone.

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Por Lenilda Cavalcante e Marcos Dione

Edward Araújo Moreira é um jovem de 20 anos que sofre uma série de privações. Aos 8 anos ele foi diagnosticado com leucemia. Durante o tratamento da doença ele precisou viajar para São Paulo, onde acabou sendo vítima de um erro médico durante um procedimento de punção lombar. Desde então Edward perdeu os movimentos do tórax para baixo. Sem conseguir andar, ou até mesmo ficar sentado, ele praticamente vive deitado numa cama.

A mãe do rapaz, a senhora Deijane Araújo Moreira, de 42 anos, é dependente química. Por causa do vício, a mulher deixa o filho sozinho em casa e passa vários dias nas ruas. O Ecos da Notícia foi procurado, neste domingo (16) por um dos irmãos de Deijane para denunciar o abandono sofrido pelo jovem há pelo menos três dias. Derisvaldo conta que o sobrinho só não morreu de fome porque ele interviu, deu banho e levou comida para o jovem.

Foto/Ecos da Notícia

“A situação é complicada. Ela saiu e deixou ele trancado sozinho dentro de casa. Ele não consegue se movimentar. Eu que tive que ir lá dar banho, fazer a higiene dele e dar comida. Fiquei indo deixar almoço e janta para ele. Resolvi levar ele para  minha casa. Na tentativa de resolver esse problema eu também resolvi pedir ajuda à imprensa pra divulgar isso. Lamentável”, disse o homem.

Nossa reportagem foi até a residência onde Edward está morando com a mãe na Travessa Buriti, na Vila Acre, em Rio Branco. Quando chegamos lá Deijane tinha acabado de chegar. Conversamos com o rapaz, que fez um apelo emocionante. Apesar da sua debilitação, ele clama para as autoridades ajudarem sua mãe com o tratamento contra a dependência química. Esse é único desejo dele.

Por conta da deficiência, Edward não tem amigos e nunca frequentou uma escola. Ciente do sofrimento ao qual está submetendo o filho, Deijane Araújo reconheceu a necessidade de se tratar. Ela também apelou por uma ajuda. Assista os depoimentos no vídeo abaixo:

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Dupla da moto: criminosos atiram mais de 10 vezes contra jovem na periferia de Rio Branco

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ac24horas- Uma dupla em uma motocicleta tentou tirar a vida de um jovem identificado pelo nome de Santiago, de apenas 22 anos, na noite deste domingo, 16.

Os homens chegaram acelerando na rua Edmundo Pinto, principal via do bairro Sapolândia, e efetuaram mais de dez tiros na vítima que caminhava na rua. Apesar de vários disparos, o rapaz foi atingido com apenas um projétil nas costas. Ele foi socorrido por uma Unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado para o Pronto Socorro de Rio Branco sem risco de morte.

Policiais Militares também estiveram no local, colheram informações e saíram em busca dos criminosos, mas nenhum suspeito foi preso até o momento. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Investigação aponta que Rhuan foi morto por ‘motivos de fanatismo religioso e profundo ódio’

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Jornal O Dia – Rosana Auri da Silva Cândido e sua companheira, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, teriam matado Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, por motivos de fanatismo religioso exacerbado e profundo ódio pela criança, segundo a investigação. No último dia 31, o menino foi morto, esquartejado e teve partes de seu corpo escondidas em uma mala deixada em um bueiro, no Distrito Federal.
Em coletiva de imprensa realizada na terça-feira (12), a Polícia Civil do DF contou detalhes sobre o caso e indiciou Rosana pela morte do filho. De acordo com os laudos da perícia, Rhuan foi golpeado pela mãe com 12 facadas, sendo uma no peito enquanto dormia, enquanto as demais o menino recebeu ajoelhado ao lado da cama.

Os exames ainda apontam que a criança teve a cabeça arrancada ainda com os sinais vitais presentes. “A mãe esquartejava a criança e a companheira preparava a churrasqueira para queimar as partes do corpo do garoto, logo depois de segurar a criança para a mãe esfaqueá-la”, contou o delegado Guilherme Melo.

Em depoimento, as autoras do crime relataram que pretendiam queimar as partes do corpo do menino para que a pele se desprendesse dos ossos e um martelo foi comprado para triturar os ossos da vítima. Rosana ainda teria tentado arrancar a pele do rosto da criança para ela não ser identificada e tentou retirar, com a faca, os glóbulos oculares de Rhuan .

Desistindo da ideia de queimar completamente o corpo, as duas mulheres decidiram dividir as partes em duas mochilas infantis e uma delas foi jogada em um bueiro da quadra 425 de Samambaia.

Segundo Rosana e a companheira, o crime foi cometido porque o garoto “queria se tornar menina” e porque ele era supostamente fruto de um estupro cometido pelo ex-marido. Em depoimento, a mãe ainda teria afirmado que o menino era considerado um “peso” na vida das envolvidas e que, por isso, “sentia ódio e nenhum amor” pela criança.

Ambas estão presas desde o início de junho e serão indiciadas por homicídio duplamente qualificado pelo motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima; lesão corporal gravíssima (mutilação do pênis e testículos da criança); tortura; ocultação de cadáver e fraude processual, já que tentaram lavar os cômodos da casa para limpar a cena do crime.

Somadas as penas, as autoras do assassinato do menino podem ficar presas por 57 anos, além da pena de crimes em outros estados que estão sendo apurados, de acordo com o delegado Guilherme de Melo.

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