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Menina de 11 anos é morta com tiro na cabeça por dupla em motociclista

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A sensação de insegurança há muito atingiu todas as camadas sociais do estado do Acre. Ricos e pobres sofrem do mesmo sentimento, da mesma sequela e consequências de um estado, que aparece em segundo lugar no ranking nacional do mapa da violência.
Os dois tipos de crimes que mais amedronta pela pratica constante e indiscriminada são os contra o patrimônio (roubo e furtos) e o mais grave contra a vida, seja de forma tentada ou consumada.
Em uma “guerra” entre facções por disputa de território para o tráfico de drogas, ou o domínio da comunidade para esconderijo de seus membros, crianças, idosos, mulheres e jovens que nada tem com a situação de crime, estão tendo suas vidas ceifadas, não por balas perdidas, mas por projeteis disparados em qualquer direção, pois quem tem o dedo no gatilho, muitas vezes é o adolescente excluídos de seus direitos básicos e recrutado pela criminalidade.
Na contra mão da Lei também aparece o estado de Direito, que se omite aos deveres que tem para garantir que essas crianças e adolescentes tenham o que lhes é garantido na letra, ou seja, no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA.
E foi essa proteção em todas suas estâncias que fez tombar uma criança de 11 anos com uma bala na cabeça.


O crime foi registrado na tarde desta quinta-feira (18), na rua Foca, no bairro Wilson Ribeiro, região do Calafate, em Rio Branco, a capital do Acre.
De acordo com informações a menina ajudava o pai na retirada de vísceras de peixes que seriam vendidos em um pequeno ” boteco” de venda de peixes pertencente a família da criança. Quando dois homens em uma motocicleta se aproximaram do local e o garupa sacou de uma arma e apontou em direção ao pai da criança.
Melina Pimentel, de 11 anos foi atingida com um tiro na cabeça. A criança foi socorrida por uma equipe de suporte avançado do SAMU e encaminhada ao Pronto Socorro de Rio Branco, onde deu entrada em estado crítico, morrendo minutos depois quando era tentado pelos médicos plantonistas fazê-la sobreviver.
Policiais militares que atenderam a ocorrência realizaram buscas na região na tentativa de localizar e prender a dupla de criminosos, mas não obtiveram êxito na caçada.
O caso, será mais um entre dezenas investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa – DHPP.

 

 

 

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