Rio Branco,

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“Santinhos” eles serão diplomados, decide Ministra do TSE

Lei se cumpre

Com informações Marcos Venicios do AC 24 horas
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Os candidatos eleitos no último pleito eleitoral Manuel Marcos e Doutora Juliana Rodrigues que foram presos durante a Operação Santinhos, deflagrada pela Polícia Civil do estado do Acre, serão diplomados e poderão ser empossados nos respectivos cargos a partir de fevereiro, respondendo o processo durante o mandato.

A decisão foi da Ministra Rosa Weber, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, que derrubou a liminar do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Acre que impediu a diplomação do deputado federal eleito Manuel Marcos e deputada estadual eleita Doutora Juliana, ambos do PRB, no último dia 19 de dezembro.

De acordo com a decisão da Ministra, “sem emitir juízo acerca da gravidade dos fatos narrados, não vislumbro a possibilidade de antecipação dos efeitos de juízo condenatório decorrente de ação de investigação judicial eleitoral, por ausência de previsão no rito estabelecido pelo art. 22 da LC no 64/1990”.

A decisão da presidente do TSE vai na linha do entendimento defendido pelos juízes eleitorais Armando Dantas Jr e Élcio Sabo Mendes, que foram contrários à suspensão da diplomação dos eleitos de forma antecipada, como concluíram os demais membros do TRE local.

Com a decisão Manuel Marcos e Doutora Juliana Rodrigues serão imediatamente diplomados e poderão ser empossados nos respectivos cargos a partir de fevereiro, respondendo o processo durante o mandato.

OPERAÇÃO SANTINHOS

No último dia 11 de dezembro, o pastor Manuel Marcos e Juliana Rodrigues foram alvos da Operação Santinhos, desencadeada pela Policia Federal. Na ocasião, eles, que são membros da Igreja Universal do Reino de Deus, foram presos acusados pelo desvio de R$ 1,5 milhão de recursos do Fundo Eleitoral utilizado em financiamento de campanhas esse ano.

Segundo a Polícia Federal, Manuel e Juliana utilizaram, para os desvios, uma empresa laranja que estava em nome de Thaisson de Souza Maciel, servidor da Secretaria de Pequenos Negócios (SEPN), nomeado 60 dias antes da eleição. Thaisson, ainda que nomeado e recebendo salários, foi preso também na operação e considerado o principal operador do esquema.

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