Rio Branco,

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Bolsonaro diz que Ibama e ICMBio vão deixar de ser indústrias de multa em seu Governo

da redação ecos da notícia
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Foto/Reprodução

Em campanha em Porto Velho na sexta-feira (31), o candidato Jair Bolsonaro (PSL) disse que irá fundir os ministérios da Agricultura e Meio Ambiente e acabar com o ativismo ambiental.

O presidenciável defendeu ainda a necessidade de retaguarda jurídica para a segurança pública e garantiu não estar preocupado quem será o adversário do segundo turno das eleições, mas enfatizou não confiar nas urnas eletrônicas.

Bolsonaro falou sobre a força do agronegócio e garantiu que o uso da multa vai deixar de existir por parte do Ibama e ICMBio, pois o produtor rural já tem muitos problemas e este será eliminado.

“Nós vamos colocar alguém nesse superministério que não tenha qualquer vínculo com ONGs internacionais e o cidadão vai ser tratado com respeito e consideração. É um absurdo o que se faz no Brasil, usando o nome ambiental. Nós temos uma área maior que a região sudeste demarcada como terra indígena e isso tem inibido aqueles que querem investir no agronegócio e até mesmo na agricultura familiar”, disse.

O candidato que garantiu que somente a fusão dos ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura vai estabelecer uma nova política ambiental.

“Se depender de mim, eu saio do acordo de Paris, deixo bem que tem outras pessoas para votar, quem não quiser votar em mim”, disparou o presidenciável ao explanar sobre a possibilidade do Brasil perder a soberania da região Amazônica em virtude da sobrevivência da humanidade. “O mundo está certo, estão de olho naquilo que temos de bom e não damos valor para tanto. Em nome da questão de direitos ambientais, direitos humanos e indígena, estão acabando com o Brasil”.

Questionado sobre a segurança nas fronteiras como forma de combate ao narcotráfico, o candidato citou o Estados Unidos que tem mais tecnologia e não consegue resolver, sequer a imigração ilegal.

No entanto, Jair Bolsonaro destacou que, recentemente, conheceu o Departamento de Operações de Fronteira de Mato Grosso do Sul (MS), que tem atuação tem da Polícia Militar e Polícia Civil, no combate ao crimes de narcotráfico, furto/roubo de veículos, de cargas, roubo/furto em propriedades rurais e pretende expandir para o restante o país, além de tentar resgatar outros projetos que devem reduzir a entrada de ilícitos. “Inibir não vai”.

Ainda sobre segurança, o candidato afirmou não ser fácil mexer com facções e alertou sobre a necessidade de um respaldo jurídico para que os policiais não sejam processados, caso matem criminosos.

“Eu só colocaria minha tropa na rua se houver uma retaguarda jurídica, porque quando você bate de frente com uma facção, e o se outro lado vem a morrer, sempre tem o ativismo judicial que vem pro nosso lado. E isso (respaldo jurídico) quem dá é o parlamento brasileiro. Se está num combate os dois lados atiram, e uma vez nosso lado conseguindo sucesso tem que ser condecorado e não processado.”.

*Com informações do Rondoniagora

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