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Casa só com ‘mãe e avó’ é ‘fábrica de desajustados’, diz Mourão

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© REUTERS/Paulo Whitaker

general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência, afirmou nesta segunda-feira (17) que famílias pobres “sem pai e avô, mas com mãe e avó” são “fábricas de desajustados” que fornecem mão de obra ao narcotráfico.

Ele desfiava uma teoria correlacionando o que considera dissolução da família nuclear por defensores de “agendas particulares que tentam impôr ao conjunto da sociedade”. Não foi explícito, mas seu argumento é análogo ao utilizado pelos críticos da união homossexual.

Segundo o general da reserva, a sociedade no mundo todo vive uma crise de costumes. Particularizou então o caso brasileiro. “A partir do momento em que a família é dissociada, surgem os problemas sociais. Atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai e avô, mas sim mãe e avó. Por isso, é uma fábrica de elementos desajustados que tendem a ingressar nessas narco-quadrilhas”.

Mourão fez as considerações para uma plateia francamente simpática, a julgar pelas perguntas e manifestações da plateia, na seção paulista do Secovi, o sindicado do mercado imobiliário.

Se polícia age como polícia, é criticada. Direitos humanos são para os humanos direitos”, disse, sendo aplaudido. Ele defendeu o controle eletrônico de pontos de fronteira para tentar deter o tráfico, além do investimento em tecnologia.

Transitando pelo politicamente incorreto, criticou a política externa dos anos Luiz Inácio Lula da Silva (PT, 2003-10). “Nós nos ligamos com toda a mulambada, me perdoem o termo, do lado de lá e de cá do oceano na diplomacia Sul-Sul”, disse.

Citou então os casos de suspeitas de corrupção em financiamentos brasileiros a projetos na África e na América Latina, um dos eixos da política Sul-Sul apregoada pelo então chanceler Celso Amorim, que buscava alternativas políticas e econômicas às parcerias tradicionais com EUA e Europa.

Questionado posteriormente sobre o termo usado, disse que só havia dito “para o auditório ficar satisfeito”.

Tocando violino para a audiência, fez uma defesa do livre mercado, da redução ou simplificação da carga tributária, da necessidade da reforma previdenciária e da “implementação da trabalhista, que tem gente que é contra”. “Compete ao governo ser indutor, dar marcos regulatórios”, afirmou.

Para ele, o Brasil é um “cavalo para saltar 1,80 m”, mas está “todo amarrado, só consegue saltar 0,70m”. Defendeu o ajuste fiscal baseado no corte de gastos e regulação. “Agências reguladoras são boas. Mas a macacada vai lá e faz cabide de emprego. Vamos pôr gente com mandato.”

“É preciso projeto para dar segurança ao investidor. Haverá então lucro, reinvestimento e empregos”, disse, pregando investimento em infraestrutura. “Querermos estradas alemãs, não com o padrão da República Centro-Africana, me desculpem os irmãos de lá. Temos de priorizar as áreas mais importante”, afirmou.

No comércio exterior, defendeu a redução da Tarifa Externa Comum do Mercosul. “Vamos aproveitar que a Venezuela [Estado associado ao bloco] já foi pro saco e discutir isso com os membros efetivos”, disse.

Para Mourão, o refino e a distribuição da Petrobras podem ser vendidos, mas relativizou a demanda privatista. “Tem de privatizar o que tem de ser privatizado”, disse, afirmando que o problema maior da petroleira é a corrupção.

“Quando contei para meu comandante, general Eduardo Villas-Bôas, meu amigo de fé e irmão camarada, que seria o vice do Bolsonaro, ele disse ‘Eu quero a diretoria que fura poço'”, afirmou, fazendo piada com a expressão criada pelo então presidente da Câmara, Severino Cavalcante, a respeito da área da Petrobras que desejava dominar no governo Lula. Com informações da Folhapress.

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Prefeitura intensifica Operação Verão na capital

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Departamento de Comunicação PMRB

A Prefeitura de Rio Branco intensificou as ações da Operação Verão, na capital. O intuito é garantir que as 60 toneladas de massa asfáltica, alcance 1.500 ruas em 227 bairros da cidade, conforme explicou a prefeita Socorro Neri, durante o lançamento da operação na última quarta-feira, no Distrito Industrial.

Além do tapa-buracos, a Prefeitura está realizando a limpeza de ruas, parques e praças, desobstrução de canais, córregos, rede de drenagem, além iluminação pública, construção de pontos de ônibus, reparos em calçadas, sinalização de trânsito e paisagismo.

O objetivo principal da Operação Verão é impedir atividades potencialmente poluidoras e a utilização indevida dos espaços de uso comum, melhorando assim a qualidade ambiental, paisagística e recuperação malha viária.

Nesta quinta-feira, as secretarias de Infraestrutura (Seinfra), Meio Ambiente (Semeia), Zeladoria (SMZC), Empresa Municipal de Urbanismo (Emurb), Superintendência de Transportes e Trânsito (RBTrans), responsáveis pela Operação, atuaram nos bairros: Xavier Maia, Doca Furtado, Canaã e Loteamento Andirá.

 

 

 

 

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“Não quer ajudar, não atrapalha porra!”recado estilo Bolsonaro dado por primo do governador

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Por Juruá em tempo

O empresário Orleilson Cameli, primo do governador do Acre, mandou um recado bolsonarista pelas redes sociais para aqueles que, segundo ele, não geram emprego, não pagam impostos e nem querem ajudar o Estado.

Orleilson, mas conhecido como Zico, não deixa claro para quem fez o desabafo. Ontem (15) quem se manifestou na Assembleia Legislativa do Estado a favor de um grupo de empresários foi o deputado Roberto Duarte (MDB). Ele mostrou um vídeo que retrata o abandono do Parque Industrial de Rio Branco.

Roberto esteve reunido com o presidente da Federação das Indústrias, José

Adriano e um grupo de empresários, que lançaram a campanha “Reage Indústria”.

A família do governador Gladson Cameli vem se manifestando pelas redes sociais contrária às críticas que o gestor recebe. Sua mãe, dona Linda, é outra assídua no perfil de redes sociais. Informações Ac24hrs

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Petecão se reúne com reitoria da UFAC para debater cortes nos recursos das universidades

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Por Juruá em tempo

O senador Sérgio Petecão (PSD), se reuniu com a reitora da Universidade Federal do Acre (UFAC), Guida Aquino, e com o pró-reitor de Planejamento, professor Alexandre Ricardo, para discutir os cortes anunciados pelo governo federal às Universidades Federais no Brasil.

De acordo com Petecão, que é vice-líder do Governo no Congresso Nacional, o corte foi utilizado pelo Governo Federal como um “freio de arrumação”.

“Não está normal a situação das universidades no país. Encontraram plantações de pés de maconha dentro da Universidade de Brasília. Não foi uma e nem duas vezes que veicularam fotos e vídeos de pessoas nuas nas instituições”, disse o senador, ao defender a necessidade de que o governo tem de reorganizar o funcionamento das Universidades Federais.

Petecão relembrou de quando a polícia esteve impedida de entrar na universidade, além da partidarização destas instituições.

O senador afirmou ainda que deseja que as universidades brasileiras, sobretudo a do Acre, sejam referência de ensino, e que desconhece alguém que seja favorável ao corte nos recursos. “O governo federal está aberto para ouvir as demandas de todas as universidades do Brasil. Ninguém é favor de corte de recursos, o que tá sendo feito é uma tentativa de corrigir os problemas detectados nas universidades”, disse.

Da Assessoria

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