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Maioria do STF rejeita recurso de Lula contra prisão após 2ª instância

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Amaioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou novo recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a prisão após condenação em segunda instância, no caso do triplex no Guarujá (SP). O caso está sendo julgado no plenário virtual da Corte, desde a última sexta-feira (7).

Lula está preso na Polícia Federal em Curitiba (PR), sentenciado a 12 anos e um mês de prisão, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Neste processo, a defesa do ex-presidente buscava garantir a presença dele na disputa ao Palácio do Planalto. A pena do petista foi imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

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Ônibus tem falha elétrica e é consumido pelo fogo em Rio Branco

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Por G1 AC — Rio Branco

Incêndio ocorreu neste sábado (10) próximo à Ceasa, na região da Sobral. No ônibus estava o motorista, cobrador e um outro funcionário da empresa. Ninguém ficou ferido.

Um ônibus da empresa Via Verde ficou destruído após pegar fogo neste sábado (10) próximo à Central de Comercialização e Abastecimento da Capital (Ceasa), na região do bairro Sobral.

O Corpo de Bombeiros descartou que tenha sido criminoso e afirmou que o incêndio foi causado por uma falha na parte elétrica do veículo.

G1 entrou em contato com o responsável pela empresa de transporte coletivo, mas até a publicação desta reportagem não obteve resposta.

O major Cláudio Falcão, dos bombeiros, informou que o trabalho de contenção das chamas durou cerca de 40 minutos. Segundo ele, no momento da ocorrência, só estavam no veículo o motorista e mais dois funcionários da empresa. Ninguém ficou ferido.

“O motorista relatou que começou a ouvir estalos, não parou o carro, mas depois deu conta de que o veículo estava incendiando. Aí foi chamado o Corpo de Bombeiros, fomos para o local para fazer a contenção e extinção do incêndio. Mas, infelizmente foi perda quase total do veículo”, informou o major.

Conforme Falcão, o gerente da empresa foi até o local e os bombeiros deram orientações a respeito da segurança que precisa haver nos veículos.

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Criminosos se passam por passageiros e assaltam ônibus em Rio Branco

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Por Quésia Melo, G1 AC — Rio Branco

Três homens armados anunciaram assalto com uma escopeta e levaram bens pessoais dos passageiros. Caso ocorreu na noite de quinta (8) e RBTrans afirma que vai pedir policiamento nos veículos.

Se passando por passageiros, três homens assaltaram o ônibus que faz o trajeto da linha Universitário, em Rio Branco. O caso ocorreu por volta de 19h40 desta quinta-feira (8) quando o veículo passava pelo bairro Estação Experimental.

Ao G1, a Polícia Militar (PM-AC) informou que os homens estavam armados com uma escopeta. Eles anunciaram o assalto, renderam os passageiros e pegaram os pertences pessoais das vítimas. A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans) afirmou que vai pedir policiamento nos ônibus que registraram assaltos.

Ainda segundo a PM, um dos assaltantes usava um uniforme de frentista. O trio deixou uma mochila no ônibus e dentro foram encontrados cartuchos de calibre .20.

O trio fugiu e guarnições fizeram buscas nos locais, mas ninguém foi encontrado. Os usuários, conforme a PM, foram orientados a registrar um boletim de ocorrência.

Ônibus invadido

Em 30 de outubro um outro assalto a um ônibus ocorreu em Rio Branco. Na ação, um grupo de assaltantes obrigou o motorista da linha Ufac Rodoviária a dirigir o veículo até um ramal enquanto assaltava todos os passageiros. De acordo com uma das vítimas, cerca de 40 pessoas estavam no ônibus.

A empresa Via Verde Transporte, responsável pela linha Ufac Rodoviária, informou após o caso que iria pedir acompanhamento policial para as 17 linhas pelas quais é responsável em Rio Branco.

Sobre os vários casos que estão sendo registrados na capital, o diretor da RBTrans, Gabriel Forneck, disse que todas as vezes o órgão pede policiamento nas linhas que registram assaltos. Ele afirma que os casos não acontecem em todas as linhas e que a situação está sendo monitorada.

“Não temos autonomia para mais nada, a não ser pedir segurança. Todas as vezes nós comunicamos os casos aos comandantes das regionais. É uma situação que acontece em algumas linhas, a gente solicita, a polícia faz rondas e consegue coibir os crimes, mas acabam migrando para outras regiões. Mas, nós fazemos os pedidos, sim”, afirma.

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Estado recorre, mas Justiça mantém condenação por morte de recém-nascido após parto no Acre

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Por Iryá Rodrigues, G1 AC — Rio Branco

Estado foi condenada a pagar indenização no valor de R$ 100 mil aos pais do bebê. Decisão é da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Acre.

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Acre manteve a condenação do estado, que foi responsabilizado pela morte de um recém-nascido no hospital de Brasileia, no interior do Acre, em 2014. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira (5) pelo TJ-AC.

O governo do estado tinha sido condenado pela Vara Única da Comarca de Epitaciolândia a indenizar o casal em R$ 100 mil. E, conforme a Justiça, o colegiado entendeu que foi “adequado” o montante que deve ser ressarcido aos pais do bebê devido à gravidade do fato.

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) informou que ainda vai analisar se a decisão cabe recurso ou não.

Ao G1, a advogada dos pais da criança, Giseli Andréia, disse que a decisão ainda cabe recurso no Superior Tribunal de Justiça e que o estado costuma “protelar” e apelar até última instância.

“Para o casal, tenho certeza que o sentimento é de injustiça. Ações dessa natureza não são para minorar o dano, já que valor algum é mais importante que aquele filho, mas traz um sentimento de justiça, é o cunho pedagógico da sentença que realmente importa. Para mim, enquanto representante, é a sensação de dever cumprido. De reconhecimento das teses jurídicas empreendidas no curso do processo e felicidade pelos clientes”, disse a advogada.

Em reportagem divulgada em julho deste ano, a advogada tinha relatado que a mãe, que na época tinha 16 anos, foi levada para o hospital de Brasileia e atendida por um clínico geral. O parto demorou cerca de seis horas e foi feito sem auxílio de um obstetra e pediatra.

Ainda segundo a advogada, a mãe enfrentou problemas durante o parto. Para a Justiça, houve omissão do estado durante o atendimento da paciente.

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