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Ministro diz que não há previsão para novos concursos em 2019

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ministro do Planejamento, Esteves Colnago, afirmou na última (31), durante a apresentação do Orçamento de 2019, que não há previsão para novos concursos no ano que vem. As informações são da Agência Brasil.

Caso o próximo governo queira abrir concurso, contará com uma reserva técnica de R$ 411 milhões no Orçamento. “O que existe é uma reserva de segurança, que se o presidente entender que precisa fazer concurso, ele tem esses R$ 411 milhões. Se ele decidir não fazer, ele pode realocar [o recurso]”, explicou o ministro. O valor também foi reservado para cumprir eventuais decisões judiciais que obriguem o governo a realizar algum concurso público em determinada área.

Segundo Colnago, só estão reservados recursos para bancar a contratação de novos servidores de processos seletivos já autorizados ou em andamento, que são cinco no total: Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o chamado banco de professor equivalente do Ministério da Educação (MEC), que permite a abertura de concurso em universidades federais sempre que há vaga de docente disponível.

O ministro informou que o governo alocou no Orçamento do ano que vem R$ 200 milhões para gastos que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografica e Estatística) terá com a realização do Censo Demográfico em 2020. O valor, no entanto, é inferior aos R$ 344 milhões solicitados pela autarquia ao Ministério do Planejamento.

De acordo com Colnago, o restante será complementado com a aprovação de emendas parlamentares no Congresso Nacional. Ele também disse que o recurso poderia vir do montante de R$ 4,7 bilhões que serão economizados caso o Legislativo aprove a Medida Provisória que adia por mais um ano o reajuste dos servidores federais. Com informações da Folhapress.

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Estudantes convidam vereador para um tour pela Ufac em busca do “pé de maconha”

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Por ac24horas

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal do Acre (Ufac) emitiu uma nota de desagravo nesta segunda-feira, 20, à Câmara dos Vereadores de Rio Branco, após o vereador N. Lima ter afirmado na tribuna da Câmara que existe um plantio de maconha nas dependências da instituição. Noutra sessão, Lima chamou os que aderiram aos protestos contra os cortes nas universidades de ‘vagabundos comunistas’.

A comunidade acadêmica classificou as afirmações do vereador como discursos raivosos e maculosos. “Um pensamento torpe de sua forma de ver o socialismo e a tentativa constante de confundir nosso progresso universitário constitucionalmente embasado, aos preconceitos e defesas cegas de seus correligionários”.

A nota ressalta que a atitude do parlamentar em dizer que “andam fazendo porcarias dentro das universidades” nem o mais antiquado Coronel de seringais acreanos teria um pensamento tão empobrecido, e fez uma convite: “convidamos Vossa Excelência para conhecer a pé a nosso campus universitário, fazer uma fiscalização na procura do “pé de maconha”, a qual, em seu mundo profano, acusou”.

Os acadêmicos ainda sugeriram por meio da nota que o vereador dedique mais atenção aos problemas dos bairros de Rio Branco, do que a ofensas descomedidas a classe estudantil. As declarações de N. Lima partiram das manifestações que ocorreram devido ao contingenciamento de vergas que seriam repassadas a instituições federais.

“A realidade das Universidades e Faculdades de Rio Branco não é uma “baixaria”, como seus pensamentos”. O DCE também solicitou à mesa Diretora da Câmara de Rio Branco uma melhor regulação do debate produtivo, a fim de ponderar os discursos como o proferido pelo vereador N.Lima.

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No AC, ex-candidato a prefeito sofre tentativa de homicídio ao ser atropelado e arrastado por 200 m

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Por G1 Acre

Carlos Gomes disse que suspeito bateu em sua moto e, como ele não quis fazer acordo, o homem tentou fugir e acabou o atropelando e arrastando pelo Centro de Rio Branco.

O ex-candidato à prefeitura de Rio Branco, Carlos Gomes levou um susto na noite de sexta-feira (17) quando retornava para casa, na Avenida Brasil, no Centro de Rio Branco. Ele afirma que foi vítima de uma tentativa de homicídio ao ser atropelado e arrastado por cerca de 200 metros.

Gomes relatou que estava parado no semáforo quando um carro bateu em sua motocicleta e ele caiu no chão. Nervoso, o motorista do veículo desceu, perguntou se ele estava bem e que assumiria todas as despesas e propôs fazer um acordo informal.

“Eu me recusei e falei que faria o que era o certo. Pedi o celular de uma menina para ligar. Nisso, ele entrou no carro, tentou dar ré, mas como vinha um ônibus, ele não conseguiu. Eu voltei para rua, fiquei do lado da moto e foi quando ele avançou para passar. Como eu não saí do meio, caí no capuz do carro e ele começou a acelerar. Me levou por um percurso de cerca de 200 metros. Daí, eu pulei quando chegou em um cruzamento”, lembrou.

Após ser atropelado, Gomes teve alguns ligamentos do pé rompidos e está com a perna imobilizada — Foto: Arquivo pessoal

Após ser atropelado, Gomes teve alguns ligamentos do pé rompidos e está com a perna imobilizada — Foto: Arquivo pessoal

Depois de arrastar o jovem, o motorista ainda bateu em outros dois carros, acabou abandonando o veículo e fugiu correndo. De acordo com Gomes, o veículo foi apreendido e levado para o pátio de Detran.

“Vou entrar com processo na Vara Criminal por tentativa de homicídio doloso, porque ele já tinha me atropelado, não prestou socorro, fugiu, ainda me atropelou e arrastou no capuz do carro. Vou seguir com o processo para que ele responda e a Justiça possa corrigir o que é possível. E que sirva também de exemplo para que outros criminosos, que cometem crimes no trânsito, tenham na Justiça a resposta devida”, disse Gomes.

Devido o acidente, Gomes afirma que está com a perna imobilizada, porque teve alguns ligamentos do pé rompidos.

“Foi a pior sensação da minha vida. Eu gritava pedindo para ele parar, para ele me deixar viver e ele só acelerava. Fora essa questão física, emocionalmente fiquei muito mal, porque eu podia ter morrido”, concluiu.

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Gladson Cameli determina afastamento de policial envolvido em acidente de trânsito

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Por ac24horas

O governador Gladson Cameli determinou o afastamento, do gabinete militar, do policial Alan Martins. Ele é apontado por testemunhas como causador do acidente trânsito que resultou na morte de Silvinha Pereira da Silva, no último sábado, 18.

A informação do afastamento foi dada na tarde desta segunda-feira, 20. “Independente do inquérito militar que foi aberto para apurar a ocorrência, me solidarizo com a família da vítima e acabei de determinar ao gabinete militar o afastamento do Alan da equipe que faz a segurança governamental. O policial militar tem por obrigação de andar dentro da lei, promover a ordem e a segurança da população. Lamento este triste episódio e já determinei total apoio a família”, afirmou Cameli.

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