Rio Branco,

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Vacina contra HPV causou a morte de 3 meninas e deixou sequelas em 15, denunciam mães

marcos dione, do ecos da notícia
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Foto-cedida ao Ecos da Notícia

A vacina contra o HPV teria provocado a morte de 3 garotas e deixado outras 15 internadas no Acre, é o que denuncia um grupo de mães, que na manhã desta sexta-feira (3) protestou no Centro de Rio Branco. As adolescente, com idade entre 13 e 15 anos, perderam os movimentos do corpo após tomar a vacina.

A comerciante Leila Graciane, que é mãe de uma garota de 15 anos que ficou com sequelas após a vacina, afirma que o poder público nada tem feito para ajudar nos casos. De acordo com Leila, diz ainda que outras mães estão procurando com grupo e noticiando que as filhas também foram sequeladas.

“São dezenas de mães que nos procuram quando sabem que passamos por isso para denunciar que passam pelas mesmas coisas. A amiguinha da minha filha nesse momento está internada na Fundação Hospitalar há dois meses e minha filha também segue doente. A vida delas foi interrompida”, diz.

Diagnóstico de abstinência alcoólica 

Uma dessas adolescentes, com 13 anos, foi vacinada sem o consentimento dos pais na Escola Adalberto Sena, e desde então começou a apresentar os sintomas da reação, que são dores de cabeça intensa, convulsões e atrofia dos nervos. Ela foi diagnosticada com abstinência alcoólica.

O disgnóstico que deixou a família da estudante revoltada, foi feito por um médico do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb). A menina, que segundo a família nunca ingeriu bebida alcoólica, foi direcionada a fazer tratamento de transtornos mentais.

Foto-cedida ao Ecos da Notícia

Versão da Secretaria de Saúde

O diretor de vigilância da Secretária de Saúde, Moisés Viana, afirmou que já foram recebidas 9 denúncias formais a respeito de reações da vacinação HPV e que na próxima quarta-feira (8) o Ministério da Saúde (MS) enviará representantes ao Acre para acompanhar os casos.

“Eles (representantes do MS) chegam na quarta-feira. Na equipe também virá um neuropediatra para acompanhar os casos. Eles querem conversar com essas mães que denunciam e com as adolescentes. Não temos a certeza se foram consequências da vacina e precisa ser avaliado”, diz.

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