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28 setembro 2021 6:18 am

Garotos resgatados de caverna na Tailândia iniciam ordenação budista

Da Redação Ecos da Notícia

Onze dos doze garotos participam de cerimônia preparatória para ordenação e vão passar nove dias num templo, como noviços. Treinador será ordenado monge. Gesto é agradecimento aos que participaram do resgate.

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Os garotos tailandeses e seu treinador de futebol resgatados de uma caverna neste mês participaram de uma cerimônia budista nesta terça-feira (24), um primeiro passo para a sua ordenação como noviços e monge.

A cerimônia deu início a um processo no qual 11 dos 12 meninos vão viver por nove dias em um templo budista, cumprindo assim uma promessa feita pelas famílias, mas também foi uma oportunidade para o grupo agradecer pelo resgate da caverna inundada no norte do país.

Vestidos de branco, os garotos caminharam em torno de um altar budista num templo na província tailandesa de Chiang Rai, rezaram e fizeram oferendas.

Além disso, honras foram prestadas ao mergulhador Saman Kuman, que morreu durante a missão de busca e resgate enquanto instalava tubos de oxigênio numa potencial rota de escape do local.

Na quarta-feira, os garotos de 11 a 16 anos e o treinador de 25 terão seus cabelos raspados na cerimônia de ordenação antes de um período de nove dias como noviços, ao passo que o treinador se tornará monge. Um menino de 14 anos é o único da equipe de 12 garotos que não participará, pois é cristão.

Na Tailândia, onde 90% da população é budista, a ordenação representa gratidão. “As ordenações nos dão tranquilidade”, disse Sangiemjit Wongsukchan, mãe do menino Ekarat Wongsukchan, de 14 anos. “Só podemos fazer isso por nove dias porque depois ele terá que voltar aos estudos e se preparar para as provas. De volta à vida normal”, acrescentou.

Os 12 meninos e seu treinador deixaram o hospital na quarta-feira passada, mais de uma semana depois de seu resgate da caverna.

Honras na Austrália

Também nesta terça-feira, nove australianos envolvidos no resgate receberam medalhas em uma cerimônia na capital australiana, Camberra, por terem colocado suas vidas em perigo para salvar os garotos.

Harris sedou os 13 membros do grupo antes da jornada de saída, já que o pânico no interior da caverna era uma das maiores ameaças à sua sobrevivência. Segundo Harris, seu maior temor durante a operação de resgate foi não saber exatamente o quanto de sedativo dar aos garotos, que já estavam enfraquecidos.

Fonte: G1

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