Rio Branco,

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Secretaria de educação afirma que consumo de drogas não é uma realidade em escolas do Acre

marcos dione, do ecos da notícia
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Fotos/Reprodução

A Secretaria de Estado de Educação (SEE), afirma através de sua assessoria de comunicação, que não tem a responsabilidade de combater o tráfico e uso de drogas no interior das escolas da rede pública de ensino. Esse posicionamento foi tomado depois que alunos serem filmados fumando maconha dentro do Centro de Estudos de Jovens e Adultos (Ceja), no Centro de Rio Branco.

A instituição também negou que a comercialização e consumo de entorpercentes dentro das escolas seja uma realidade no Estado do Acre. Ao Jornal Ecos da Notícia, a assessoria informou que a repressão de toda e qualquer atividade criminosa deve ser realizada somente pela Segurança Pública, que oferece o policiamento escolar, podendo ser acionado em casos de necessidade.

“No âmbito da SEE são desenvolvidas diversas atividades e programas de resistência e combate às drogas. É expressamente proibido o ingresso de alunos nas unidades escolares portanto qualquer tipo de substância psicoativa. Não cabe a esta secretaria combater qualquer conduta criminal, isso é dever das forças de segurança”, diz o texto encaminhado à redação.

No vídeo divulgado nas redes sociais, aparece um grupo de jovens estudantes consumindo maconha no interior do Ceja. Meses atrás, a mesma situação ocorreu no Colégio Barão do Rio Branco (CEBRB), localizado exatamente na frente do Comando Geral da Polícia Militar. E isso também ocorre em várias outras escolas, especificamente as que funcionam durante o 3º turno.

Tráfico prejudica ano letivo

Os alunos da Escola Raimundo Hermínio de Melo, localizada no bairro Raimundo Melo, tiveram as aulas de educação física suspensas a cerca de um ano. A motivação, segundo funcionários da escola, é que devido a quadra utilizada ficar fora do terreno da unidade e ser compartilhada com a comunidade, traficantes e usuários agiam livremente durante as aulas no local.

A respeito deste fato, a SEE disse não ter responsabilidade sobre os espaços públicos utilizados pelas escolas fora das dependências das unidades escolares, e que esta demanda é da Polícia Militar.

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