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economia

Novo elétrico Jaguar I-Pace é mais silencioso que ventilador

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O I-Pace deve chegar ao mercado nacional no terceiro trimestre deste ano. Custará por volta de R$ 400 mil

EDUARDO SODRÉ  – Você sente saudade de enviar um telegrama? Trocaria a agilidade das ferramentas de comunicação do seu smartphone pelo envio de um texto urgente via Correios?A resposta óbvia para essas perguntas é não -a mesma que será dada no futuro quando alguém perguntar se o motorista de um carro elétrico gostaria de voltar a dirigir um modelo a gasolina.

Essa certeza veio ao testar o Jaguar I-Pace, um utilitário de luxo movido apenas por eletricidade. É um dos primeiros carros do tipo que conseguem rodar cerca de 400 quilômetros sem precisar de recarga – mais que o dobro do esperado para automóveis sem motor a combustão, que, até então, mal chegavam a 150 km.

O concorrente mais próximo em tecnologia é o Tesla Model X 75D, que também roda cerca de 400 quilômetros com uma carga completa. O carro foi apresentado ao público em março, no Salão de Genebra. É um modelo luxuoso de porte médio.

Fabricado em Graz, na Áustria, o Jaguar tem bateria de lítio com 432 células acomodadas no assoalho. É como se fossem 400 baterias de celular reunidas para armazenar e fornecer energia.A potência chega a 394 cv, equivalente à de um esportivo turbinado. E o I-Pace trabalha em silêncio. Um ventilador doméstico é mais barulhento que o utilitário. Há dois motores elétricos, um em cada eixo. A tração nas quatro rodas é controlada pelo cérebro eletrônico da Jaguar, que cuida da estabilidade e da distribuição de força.

Apesar de ter boa autonomia, a recarga completa em uma tomada comum leva cerca de 12 horas. O problema é contornado por carregadores de 100 kW, que permitem recuperar 80% da energia em até 40 minutos, segundo a Jaguar. Essa é a alternativa: postos com tomadas de recarga rápida permitirão que motoristas façam viagens longas. O teste começa na garagem do Hotel Conrad Algarve, em Portugal.

O marcador de energia indica que é possível rodar 355 quilômetros até a próxima recarga. É basicamente a mesma autonomia de um utilitário de luxo com motor a gasolina e tanque de 60 litros.Matt Skelton, chefe de produto da Jaguar Land Rover, explica que, para saber que o carro está ligado, basta observar se a palavra “ready” aparece no quadro de instrumentos. Ele lembra que a força está disponível a partir do zero, diferentemente dos carros a combustão, quando o motor precisa atingir uma determinada rotação para que todo o torque se manifeste.

Segundo a Jaguar, o I-Pace vai de zero a 100 km/h em 4,8 segundos.Na prática, o I-Pace parte como uma besta-fera, mas sem urrar. O único ruído é artificial (com regulagem de volume) e lembra o som agudo das espaçonaves de desenho animado dos anos 1960.Não é recomendável cravar o pé no acelerador para colocar o Jaguar em movimento. A força imediata mencionada por Skelton embrulha o estômago. É como ser lançado do topo de uma montanha-russa.

Basta pisar um pouco mais fundo para ver a autonomia reduzir rapidamente, mas quilômetros extras são adicionados quando o motorista volta a privilegiar a regeneração de energia.Os freios também ajudam a recuperar as baterias: o sistema reduz a velocidade quando o motorista tira o pé do acelerador. Dá para dirigir usando apenas um pedal, uma experiência desagradável no início. É preciso rodar bastante para se acostumar ou então desligar esse sistema, sob pena de perder preciosos quilômetros.

Não há troca de marcha, é basicamente pra frente e pra trás, com comandos acionados por meio de dois botões.Após 130 km de estrada, o motorista esquece de que está em um carro elétrico. O marcador de autonomia indica ser possível rodar mais 200 km, a depender do ímpeto do piloto. Ao se desligar um pouco da tecnologia que coloca o carro em movimento, o condutor lembra que está em um Jaguar. Acabamento esmerado e fartura de equipamentos são padrão da marca. O desenho da carroceria se amolda às necessidades de um carro elétrico.

A base alongada -são 2,90 metros de distância entre-eixos- serve para acomodar o conjunto de baterias e os motores. O lado negativo disso está no banco traseiro: o assoalho elevado faz os joelhos dos ocupantes ficarem em posição elevada, um tanto desconfortável. O motorista pode checar a autonomia do carro por meio de um aplicativo para smartphones. Pontos de recarga são mapeados e indicados no GPS, tecnologia que não terá muito o que mostrar no Brasil, onde postos elétricos são escassos. O I-Pace deve chegar ao mercado nacional no terceiro trimestre deste ano. Custará por volta de R$ 400 mil. Com informações da Folhapress.

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Acre registrou o fechamento de mais de 700 empresas em um ano, aponta Junta Comercial

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Por G1 Acre

Dados são referentes ao período de abril de 2018 e abril de 2019. Em um ano, 1.031 empresas foram abertas no estado.

Mais de 700 empresas fecharam no Acre em um ano, segundo dados divulgados ao G1 pela Junta Comercial do Acre, nesta quarta-feira (8). Os números são referentes ao período de abril de 2018 a abril de 2019.

Em um ano, 1.031 empresas foram abertas no estado e outras 715 fecharam. De acordo com o levantamento, somente no mês de abril do ano passado foram abertas 88 empresas, enquanto que 60 fecharam.

Já no mês de abril deste ano, 117 empresas abriram as portas e outras 59 fecharam. Para o presidente da Junta Comercial, Carlos Afonso, o número de empresas fechadas não é considerado alarmante.

“Levando-se em consideração a situação do país, eu acho que está dentro da normalidade. Estaria ruim se estivesse fechando mais empresas do que abrindo. Se está abrindo mais que fechando, então está bom”, afirmou Afonso.

Quanto ao número total de empresas ativas no estado, Afonso afirmou que não é possível afirmar, porque muitas já estão fechadas, mas não foram até a Junta Comercial dar baixa.

“Nós vamos começar um trabalho agora de depuração. Quem estiver há mais de cinco anos sem nenhuma movimentação na Junta Comercial, a gente vai começar um processo de extinção, aí vamos ter um acervo bem real”, disse o presidente.

Sobre expectativa de aumento na abertura de empresas no estado, o presidente afirmou que as pessoas ainda não estão confiantes.

“No negócio, depende muito da credibilidade e confiança que as pessoas vão ter no governo. O mercado ainda está muito desconfiado, o que é natural”, concluiu.

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economia

Sine oferta 33 vagas de emprego para Rio Branco nesta segunda-feira (11); confira a lista

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Por G1 AC

Candidatos interessados devem ir ao Sine, no Bosque, em Rio Branco.

O Sistema Nacional de Emprego do Acre (Sine) disponibiliza 33 vagas para diversas áreas nesta segunda-feira (11) na capital acreana. Os candidatos interessados devem comparecer pessoalmente à instituição, localizada na Avenida Getúlio Vargas, n°1.670, em Rio Branco.

O candidato à vaga deve atualizar o seu cadastro no Sine. Aqueles que não tiverem cadastro na instituição, devem levar os seguintes documentos: Carteira de Trabalho, Identidade/CPF, Título de Eleitor, comprovante de escolaridade e de endereço.

As vagas são rotativas, ou seja, são disponibilizadas para o dia, podendo não estar mais disponíveis para o dia seguinte. O Sine se responsabiliza por encaminhar cinco pessoas, no perfil solicitado pelo empregador, para que ele possa escolher qual vai preencher a vaga. O cidadão pode verificar se a vaga ainda está disponível através do telefone 0800 647 8182.

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economia

Vendas do Dia dos Namorados podem crescer até 5%, estima pesquisa

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noticiasaominuto

O resultado deve ser melhor do que o do ano passado, quando o comércio de SP teve alta média de 2,4% sobre 2016

Neste ano, as vendas voltadas para o Dia dos Namorados devem apresentar crescimento entre 3% e 5% em relação a 2017 no varejo da capital paulista. A estimativa é da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O resultado deve ser melhor do que o do ano passado, quando o comércio de SP teve alta média de 2,4% sobre 2016.

“Neste ano, a conjuntura econômica está mais favorável, com inflação e juros bem mais baixos, prazos de pagamento maiores e alguma recuperação da massa salarial”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Ele acredita que “o setor varejista investirá em promoções para procurar compensar os dias de paralisação, em que as vendas ficaram praticamente estagnadas”. E que os presentes mais procurados deverão ser roupas, calçados e outros produtos de uso pessoal.

“Os bares e restaurantes também devem se beneficiar, principalmente se a temperatura ajudar, o que motiva os casais a saírem para jantar ou fazer algum outro programa fora de casa”, finaliza Burti.

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