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economia

Dólar cai para menos de R$ 3,80 após BC anunciar intervenção extra

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A Bolsa, no entanto, não reagiu e segue caindo, alinhada com a retração das Bolsas no exterior

Após uma quinta-feira (7) de pânico no mercado financeiro, o dólar reagiu ao anúncio do Banco Central de que faria mais intervenções para conter a volatilidade do câmbio e a moeda americana abriu em queda de 2% nesta sexta-feira (8). Chegou a cair ainda mais. Por volta de 10h30, o dólar comercial recuava 3,26%, para R$ 3,7980 -na mínima, tocou R$ 3,788. O dólar à vista caia 3,53%, cotado a R$ 3,7988.

A Bolsa, no entanto, não reagiu e segue caindo, alinhada com a retração das Bolsas no exterior. O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas, abriu praticamente estável, mas no momento recua 2,88%, para 71.723,9 pontos. Bancos e Petrobras (-3%) continuam puxando o indicador para baixo.

A Vale, com peso grande no Ibovespa, também é destaque negativo: recua 4,54%. No câmbio, porém, o Brasil vai na contramão do cenário externo. Enquanto o dólar se valoriza neste pregão, 25 das 31 principais divisas do mundo perdem para o dólar nesta quinta.

Na noite de quinta, o BC informou que vai intensificar sua atuação no mercado nos próximos dias, ofertando US$ 20 bilhões adicionais em swaps cambiais (equivalente à venda de dólares no futuro) até a próxima sexta-feira (15).Ilan Goldfajn, presidente do BC, disse ainda que a autoridade monetária usará todos os recursos disponíveis caso a volatilidade cambial se agrave e afastou a possibilidade de reunião extraordinária do Copom (Comitê de Política Monetária) para mudar a taxa de juros.

“O BC demorou a vir a público, deixando o mercado num ponto de tensão tão violenta que chegou muito perto de R$ 4. Mas foi só aparecer, dizer que estava atento, já deu uma tranquilizada”, disse o diretor da mesa de câmbio da corretora MultiMoney, Durval Correa. O Tesouro Nacional voltou a suspender nesta manhã, porém, as negociações dos títulos públicos devido à alta volatilidade das taxas. O Tesouro Direto foi suspenso às 9h40, logo após abrir, e a expectativa de normalização é por volta das 12h.

Na quinta, em meio ao pânico no mercado cambial, o Tesouro suspendeu as negociações de títulos públicos às 9h48. Retomou por volta do meio-dia, mas suspendeu novamente às 12h40 e anunciou que só retornaria às 9h30 desta sexta.Nesta sessão, o BC já vendeu integralmente o lote de até 15 mil novos swaps (US$ 750 milhões), injetando US$ 7,306 bilhões neste mês no mercado. O BC ofertará ainda até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho.

Também anunciou que fará outro leilão adicional de até 60 mil contratos ainda pela manhã, dentro da nova estratégia anunciada dos US$ 20 bilhões. Desde que começou a ofertar novos contratos de swap, em meados de maio, o BC já injetou no sistema até o momento o equivalente a US$ 14,866 bilhões. “As condições que levaram o dólar a esticar não mudaram. O BC consegue tranquilizar, [mas] não significa que a moeda vai voltar a 3,50 reais. É possível que ele volte a trabalhar entre R$ 3,75 e R$ 3,80”, afirmou Correa.

A situação cambial do Brasil se deteriora conforme as eleições de outubro se aproximam e pesquisas de intenção de voto não comprovam o avanço de candidatos considerados pelo mercado como comprometidos com o ajuste fiscal. Incertezas no front político nacional afastam investidores, ao mesmo tempo em que expectativas de alta de juros nos Estados Unidos atraem fluxo de capital até então alocado em países emergentes para a economia americana, mais sólida e menos arriscada.

O Federal Reserve (o banco central americano) fará nova decisão sobre juros na próxima semana, e a projeção dos especialistas é de alta. A dúvida é se indicará que vai acelerar o passo até o final do ano ou fará apenas mais uma elevação, além dessa, em 2018. O quadro brasileiro piorou também após a paralisação dos caminhoneiros.

Investidores temem o reflexo do movimento na produção e na inflação, bem como o impacto que as medidas do governo para subsidiar o diesel podem ter nas contas públicas.De acordo com o IBGE, já foi possível sentir em alguns produtos os efeitos da paralisação dos caminhoneiros no IPCA divulgado nesta sexta. Aumentos nos preços da gasolina e da energia elétrica pressionaram a inflação de maio, que ficou em 0,40%, acima dos 0,22% do mês anterior. Com informações da Folhapress.

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economia

Sine oferta 33 vagas de emprego para Rio Branco nesta segunda-feira (11); confira a lista

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Por G1 AC

Candidatos interessados devem ir ao Sine, no Bosque, em Rio Branco.

O Sistema Nacional de Emprego do Acre (Sine) disponibiliza 33 vagas para diversas áreas nesta segunda-feira (11) na capital acreana. Os candidatos interessados devem comparecer pessoalmente à instituição, localizada na Avenida Getúlio Vargas, n°1.670, em Rio Branco.

O candidato à vaga deve atualizar o seu cadastro no Sine. Aqueles que não tiverem cadastro na instituição, devem levar os seguintes documentos: Carteira de Trabalho, Identidade/CPF, Título de Eleitor, comprovante de escolaridade e de endereço.

As vagas são rotativas, ou seja, são disponibilizadas para o dia, podendo não estar mais disponíveis para o dia seguinte. O Sine se responsabiliza por encaminhar cinco pessoas, no perfil solicitado pelo empregador, para que ele possa escolher qual vai preencher a vaga. O cidadão pode verificar se a vaga ainda está disponível através do telefone 0800 647 8182.

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Vendas do Dia dos Namorados podem crescer até 5%, estima pesquisa

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noticiasaominuto

O resultado deve ser melhor do que o do ano passado, quando o comércio de SP teve alta média de 2,4% sobre 2016

Neste ano, as vendas voltadas para o Dia dos Namorados devem apresentar crescimento entre 3% e 5% em relação a 2017 no varejo da capital paulista. A estimativa é da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O resultado deve ser melhor do que o do ano passado, quando o comércio de SP teve alta média de 2,4% sobre 2016.

“Neste ano, a conjuntura econômica está mais favorável, com inflação e juros bem mais baixos, prazos de pagamento maiores e alguma recuperação da massa salarial”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Ele acredita que “o setor varejista investirá em promoções para procurar compensar os dias de paralisação, em que as vendas ficaram praticamente estagnadas”. E que os presentes mais procurados deverão ser roupas, calçados e outros produtos de uso pessoal.

“Os bares e restaurantes também devem se beneficiar, principalmente se a temperatura ajudar, o que motiva os casais a saírem para jantar ou fazer algum outro programa fora de casa”, finaliza Burti.

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ANTT revoga formalmente tabela contestada pelo setor produtivo

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noticiasaominuto

A tabela foi revisada pelo governo depois de grande pressão do setor produtivo, que alegou que a primeira versão da tabela gerou aumentos de até 150% nos preços do frete

Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (11) resolução que formaliza a anulação da tabela com preços mínimos do frete rodoviário editada na última quinta-feira (7) com revisões em relação à primeira, do dia 30 de maio.

A tabela foi revisada pelo governo depois de grande pressão do setor produtivo, que alegou que a primeira versão da tabela gerou aumentos de até 150% nos preços do frete e ameaçou até ir à Justiça para barrar o tabelamento. A segunda tabela procurou aliviar o custo ao agronegócio e à indústria, mas contrariou os caminhoneiros, por trazer um corte médio de 20% nos preços.

O impasse obrigou o ministro dos Transportes, Valter Casimiro, a revogar a segunda tabela no mesmo dia, poucas horas depois de ter sido divulgada na noite da quinta-feira. Porém, o ato que anula oficialmente os efeitos da tabela revisada só foi publicado nesta Segunda-feira. 11.

Uma terceira versão dos preços está em discussão desde a semana passada e pode ser elaborada em substituição à primeira, que segue em vigor. Representantes de caminhoneiros e a ANTT marcaram para logo mais, às 9h, uma nova reunião, de caráter técnico, para tratar do assunto. Com informações do Estadão Conteúdo.

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