Rio Branco,

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ANP recebeu 5 denúncias sobre qualidade do combustível vendido no AC e fez 23 fiscalizações em 2018

G1

Dados mostram que Agência Nacional do Petróleo encontrou uma infração por qualidade em postos de combustível de Rio Branco esse ano.

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) recebeu, até esta quarta-feira (9), cinco denúncias sobre a qualidade do combustível vendido nos postos de Rio Branco. Os dados foram repassados ao G1 nesta quinta-feira (10).

Somente em 2018, a agência fez 23 ações de fiscalização em postos de combustível em Rio Branco e foi encontrada uma infração por qualidade, segundo os dados. As denúncias são feitas pelo centro de relações com o consumidor da ANP no número 0800 970 0267.

Conforme o órgão, nem todas as infrações por qualidade podem ser consideradas “adulterações”. Em nota, a ANP informou que o combustível é considerado não-conforme quando há desvio em relação a qualquer um dos itens da especificação definida pela agência para o produto.

Em 2017, a agência recebeu 15 denúncias sobre a qualidade do combustível vendido em Rio Branco. Foram feitas 70 ações de fiscalização em postos da capital, sendo que em seis foram registradas infrações e nenhuma infração por qualidade.

Segundo a agência, o produto considerado não-conforme não é necessariamente resultado de adulteração proposital e pode ser resultante de contaminação.

Fraude e adulteração

A empresária Marlene Oliveira, de 51 anos, afirmou que teve problemas em um posto de combustível de Rio Branco recentemente. Ela contou que foi vítima de “fraude” e a filha de adulteração de combustível.

“Meu carro estava na reserva, parei em um determinado posto, pedi para colocarem R$ 20 de combustível, quando liguei o carro, o ponteiro continuava baixo. Fiz o teste em outro posto no dia seguinte e a autonomia subiu. Então, cheguei à conclusão de que fui fraudada. A bomba contou, mas a gasolina não entrou no tanque do meu carro”, reclamou a empresária.

Marlene contou ainda que a filha teve problemas com o mesmo posto. Segundo ela, o prejuízo da filha foi grande, já que precisou trocar várias peças do carro, após abastecer.

“Minha filha abasteceu e perdeu a gasolina, porque estava água pura e teve que trocar todos os bicos, mexer com a injeção eletrônica. O carro dela não voltou ao normal até hoje. Minha funcionária também teve problema ao abastecer nesse mesmo posto e teve que trocar peças da moto”, afirmou Marlene.

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