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Trump e May concordam em impedir futuros ‘ataques químicos’

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Presidente dos EUA se reuniu com a equipe de segurança nacional na quinta-feira e deve falar com Macron ainda esta noite

 

 

Depois de falar por telefone, os líderes do governo dos EUA e do Reino Unido disseram que os países cooperariam para encontrar uma “resposta internacional” ao suposto uso de armas químicas na Douma, na Síria, informou o governo britânico nesta quinta-feira (12).

Publicado pela Reuters, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, falaram na quinta-feira sobre a situação na Síria, onde EUA, França e Reino Unido acusaram o presidente sírio Bashar al-Assad de usar armas químicas contra um civil. grupo.

A Organização para a Proibição de Armas Químicas enviou uma equipe à Douma, onde seus investigadores iniciarão uma missão de averiguação no sábado. Evidências transparentes e concretas ligando Assad ao ataque ainda não surgiram, o que justificaria alegações feitas pelos governos dos EUA e do Reino Unido.

Trump se reuniu com a equipe de segurança nacional na quinta-feira e deve falar com Macron ainda esta noite, além da conversa com o líder britânico, informou a Casa Branca.

May realizou extensas conversas com seu gabinete. “Após uma discussão em que todos os membros presentes fizeram uma contribuição, o Gabinete concordou que era vital que o uso de armas químicas não ficasse sem contestação”, disse o Gabinete do Reino Unido após reuniões internas.

Publicamente, Trump parece não ter ideia do que ele realmente quer fazer na Síria. No final de março, o presidente reclamou do envolvimento dos EUA na Síria e disse que as forças dos EUA se retirariam da Síria “muito em breve”. Após a suposta alegação, e ainda não verificada, de Assad usando armas químicas, Trump prometeu atingir a Rússia, aliada da Síria.

“A Rússia promete abater todo e qualquer míssil disparado contra a Síria. Prepare a Rússia, porque eles virão”, disse Trump em um tweet em 11 de abril.

O porta-voz do Kremlin Dimitry Peskov comentou em resposta: “Nós não participamos da diplomacia Twitter. Apoiamos abordagens sérias. Continuamos a acreditar que é importante não tomar medidas que possam prejudicar e já frágil situação.”  Com informações do Sputnik Brasil.

 

 

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Patrick Nogueira, assassino confesso de família na Espanha, é considerado culpado em júri popular

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François Patrick Nogueira participou de todos os dias do julgamento na Espanha — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Por G1 PB –

François Patrick Nogueira Gouveia, assassino confesso dos tios e dois primos pequenos na cidade de Pioz na Espanha, foi considerado culpado em júri popular neste sábado (3), após seis dias de julgamento na Espanha, mas a juíza Maria Elena Mayor Rodrigo só vai estipular a pena do réu nos próximos dias, segundo a emissora de televisão Antena 3. De acordo com Walfran Campos, tio do assassino e irmão do homem morto, a decisão do júri é compatível com o pedido da Promotoria, que pediu prisão perpétua revisável.

Ainda segundo a Antena 3, o júri declarou que Patrick Nogueira matou os tios e primos com intencionalidade, sem considerar qualquer defesa. Após cerca de oito horas de deliberação, o tribunal do júri, composto por sete homens e duas mulheres, entregou o veredicto à juíza Elena Mayor.

“Ele pegou a pena máxima em todos os aspectos, foi 9 a 0, foi 20 anos por cada assassinato, ou seja, ele pegou 80 anos, sendo que o limite de prisão máxima na Espanha são 40 anos. A prisão perpétua revisável é que a cada 20 ou 30 anos vão revisar se ele tem condições de estar na rua, sair da prisão. Mas, de acordo com os médicos forenses e com todo o histórico, provavelmente ele não saia, sendo de 30 a 40 anos o mínimo pra ele ficar na prisão, então ele não vai sair antes disso”, explicou Walfran Campos, tio do assassino.

A deliberação dos jurados começou nesta sexta-feira (2), quando a juíza devolveu o veredicto ao júri por falta de motivação, e terminou neste sábado (3). O julgamento de Patrick Nogueira durou entre os dias 24 e 31 de outubro. Mais de 65 pessoas prestaram depoimento no júri, entre eles familiares do assassino e das vítimas, policiais que trabalharam na investigação do crime e médicos e psicólogos forenses.

Tanto o Ministério Público espanhol como a acusação particular tinham pedido a pena de prisão permanente revisável, que funciona como uma prisão perpétua na Espanha. A defesa de Patrick Nogueira, por sua vez, pediu a reclusão do réu por 25 anos alegando danos cerebrais que o colocava em condição de doente, fato que faria com que ele não respondesse por seus atos.

Patrick Nogueira está preso na Espanha desde outubro de 2016, quando se entregou às autoridades espanholas e confessou ter matado os tios e dois primos, de 1 e 4 anos de idade, em um chalé na pequena cidade de Pioz em agosto de 2016. Desde então, o acusado e réu confesso seguia aguardando julgamento.

No último dia de julgamento, Patrick Nogueira pediu perdão mais uma vez aos familiares e falou que sofre como eles. Patrick explicou, em seu depoimento, que sofre porque “cavou” seu túmulo quando criança. Ele afirmou que gostaria de receber tratamento porque não gosta de ser assim e que acredita que as coisas agora vão piorar.

“Agora não posso consertar o que passou”, disse Patrick Nogueira.

Defesa indicava dano cerebral

Laudo feito por médicos contratados pela defesa de Patrick Nogueira indicava que ele tem deformações no cérebro que afetam a tomada de decisões e contribuem para acessos de ira. De acordo com o laudo, após exames de tomografia e radiografia no cérebro de Patrick Gouveia, foram detectados distúrbios e anomalias no lado direito do lóbulo temporal anterior.

O dano neurológico encontrado em Patrick Gouveia, detectado por exames de imagem, indicam que ele teria uma alteração na avaliação correta das situações, de forma a emitir respostas desproporcionais aos fatos. A tese foi negada pelo júri.

Ministério público pediu que júri não temesse

A promotora-chefe Rocio Rojo, pediu que o júri não tivesse medo de impor a pena máxima ao réu confesso. “Patrick é uma pessoa com um tremendo mal e deve ser punido com prisão permanente. Não tenham medo, pois a prisão permanente é revisável”, argumentou. As informações são da emissora de televisão Antena 3.

Para a promotora Rocío Rojo, não havia dúvida que foi Patrick o autor da chacina, fato que está claro desde o início. Para ela, independente dos motivos dentro da cabeça do assassino confesso que levaram a cometer a chacina, ficou comprovado que não foi um crime cometido impulsivamente.

Chacina de Pioz, na Espanha

Janaína Américo, Marcos Campos Nogueira e os filhos do casal, de 1 e 4 anos, foram encontrados mortos e esquartejados em um chalé na cidade espanhola de Pioz em 18 de setembro de 2016, cerca de um mês após o crime.

Patrick Gouveia, sobrinho de Marcos, se entregou à polícia da Espanha e confessou o crime em 19 de outubro. Ele segue preso até esta quarta-feira no complexo penitenciário de Estremera, na Espanha. As urnas com as cinzas da família chegaram em João Pessoa em 10 de janeiro, quatro meses depois, quando as vítimas foram enterradas. Mais de um ano depois do crime, a família das vítimas e do assassino confesso ainda sofre com o episódio.

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