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política

PT lança campanha contra prisão de Lula

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Gleisi Hoffmann divulgou vídeo na internet convocando a população a participar da ação, por meio da divulgação de cartazes e panfletos que trazem a frase “O povo quer Lula livre”

presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, postou um vídeo, nesse domingo (11), em duas redes sociais, em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nas imagens, ela convoca a população a aderir à campanha “O povo quer Lula livre”.

“Só aumenta a perseguição para impedir Lula de disputar as eleições para presidente. Condenado sem provas e sem crime, Lula está perto de ser preso. Será o maior atentado à nossa democracia se isso acontecer. A Constituição é clara: ninguém pode ser preso antes do trânsito em julgado de sentença condenatória. Precisamos todos, todas, partidos e movimentos de esquerda, progressistas e democratas deste país, se opor a isso! É por Lula, mas também pela democracia, por direitos, pela dignidade do Brasil e do povo brasileiro que estamos lutando”, diz a senadora.

Desde que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou habeas corpus preventivo ao petista, cresce no partido o receio de que Lula seja preso, após julgado o último recurso impetrado por sua defesa, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o que pode ocorrer ainda este mês. O ex-presidente foi condenado em primeira e segunda instâncias, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, a 12 anos e um mês em regime fechado.

“A partir dessa semana, o PT começa essa campanha. Não só por redes, pela internet, com material de esclarecimento, mas também com material impresso”, destaca Gleisi. “Distribua no seu local de trabalho, onde você estuda, na rua, onde você mora. Fale com a população. Diga o que está acontecendo. Chame essa atenção”, completa a senadora.

Notícias ao Minuto

Para ela, “é um absurdo quererem prender o maior líder popular que este país já teve. Nós não podemos assistir isso como se fosse normal em nosso país. Não é normal”.

Até o momento, o PT tem trabalhado com o nome do ex-presidente como pré-candidato à presidência da República. O partido também tem evitado falar em um plano B, caso o ex-presidente seja preso. “Nós vamos com Lula até o final. Nós vamos com Lula até as últimas consequências”, disse Gleisi.

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política

Gladson Cameli e Tião Viana apresentam relatório final da transição governamental

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Silvania Pinheiro, da Assessoria de Imprensa

O senador e governador eleito, Gladson Cameli (Progressistas), e o governador atual, Tião Viana (PT), apresentaram nesta terça-feira (18) o relatório elaborado pelas equipes responsáveis pela transição do governo do estado.

As duas equipes (do atual e do futuro governo) trabalharam durante 39 dias, na elaboração do relatório. O documento apresenta dados sobre os diversos setores do governo, detalhando a realidade e informando os principais desafios para os próximos anos.

“Quero agradecer ao governador Tião Viana e a sua equipe por essa transição democrática. Desde o primeiro contato que fiz, o governador se mostrou um democrata. Estamos encerrando esse processo de transição e, em poucos dias, estaremos assumindo o Governo do Estado, conscientes dos desafios, mas certos que vamos nos dedicar e trabalhar muito pelo desenvolvimento do nosso Acre”, disse o governador eleito Gladson Cameli.

Ele fez questão de ressaltar que a partir do dia 1° de janeiro, será um “momento novo, de unir forças, olhar pra frente e trabalhar pelo Acre”.

O governador Tião Viana, desejou sorte a Gladson Cameli e sua equipe, afirmando que o próximo governo terá muitos desafios, frutos da crise nacional. “Esse será um momento complicado para se governar o estado, devido à crise nacional. Desejo sorte ao governador Gladson e sua equipe. O êxito desse governo, será o êxito da nossa população e do nosso Acre, onde estarei trabalhando”, afirmou.

Entre outras coisas, o relatório elaborado pela equipe do futuro governo, revela o baixo desenvolvimento econômico do estado, uma vez que o PIB apresentou um pequeno índice de crescimento, com o aumento das despesas com pessoal e com a Previdência. O documento também evidência o aumento da violência, constatado pelos altos índices da área, e agravado pela escassez de investimentos para o fortalecimento das forças polícias.

De acordo com o relatório, os problemas na Saúde Pública, são frutos, principalmente, da falta de eficiência da gestão, gerando um aumento expressivo da demanda por cirurgias, e a demora em dar respostas em procedimentos básicos como consultas e exames, o déficit de leitos e o desabastecimento de medicamentos contribuem para essa situação.

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Governador eleito não tem previsão para chamar aprovados em concurso público e pede paciência

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Lilian Camargo, da Redação Ecos da Notícia

 

Em entrevista coletiva cedida na manhã desta segunda-feira (17), para falar sobre o plano de reforma administrativa entregue para analise na Assembléia Legislativa, o governador eleito, Gladson Cameli, quando interrogado sobre a convocação dos aprovados nos concursos da Polícia Civil e Militar, respondeu que precisa de prazo e paciência.

Apesar de considerar uma prioridade os campos da saúde e da segurança pública, Gladson explicou que precisa cortar gastos para gerar recursos que o permitam fazer essa convocação.

“Imagina que eu mantenha toda a estrutura que está ai na situação como está, daqui a dois anos o estado fica ingovernável. Janeiro já tem o défict de 40 milhões que nós vamos ter que desembolsar. Peço paciência, porque eu não consigo resolver tudo em um ano, preciso de prazo para reestruturar toda a máquina. Esses cortes que estamos fazendo que estão na reforma já nos dará uma redução dos custos, mas, não consigo fazer tudo em um ano, peço mais uma vez paciência”, disse Cameli.

No total, juntando as duas instituições são 500 homens e mulheres a serem convocados e que dependem da convocação para início da academia de polícia que vai prepará-los para trabalhar na segurança pública do estado. Os concursos foram realizados em 2017 e o resultado final saiu em Agosto desse ano. A previsão era que o então governador Tião Viana convocasse até novembro deste ano, mas, o prazo já se excedeu e a responabilidade foi repassada para a próxima gestão.

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Gladson reduz estrutura do estado a 14 secretarias, extingue cerca de 1.300 cargos e economizará quase R$ 90 milhões

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Silvania Pinheiro, da Assessoria de Imprensa

O senador e governador eleito, Gladson Cameli (Progressistas), disse nesta segunda-feira (17) que a reforma administrativa encaminhada à Casa Civil para ser executada em seu governo, a partir de janeiro de 2019, reduzirá a estrutura governamental a 14 Secretarias de Estado, extinguirá mil e trezentos cargos comissionados e terá somente 10 assessorias especiais, com a previsão de economizar cerca de R$ 90 milhões por ano.

Para chegar a esses números, a equipe técnica do governador eleito teve como parâmetro as folhas de pagamento dos últimos quatro meses de 2018. O objetivo da reforma, segundo Cameli, é retomar o equilíbrio fiscal e financeiro do estado, apresentando um ajuste em todos os setores. Segundo ele, as medidas são essenciais para que o estado resgate o controle econômico e assim possa trabalhar em mecanismos que garantam investimentos futuros para as áreas mais carentes do estado.

O governador eleito afirmou, ainda, que não haverá extinção de órgãos da administração indireta (Autarquias, fundações e empresas públicas) em virtude dos seus passivos trabalhistas/tributários, havendo apenas a fusão de suas atividades em algumas áreas. O mesmo modelo foi adotado para a administração direta (Secretarias de Estado).

Gladson cita como exemplo as atividades o Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), que serão incorporadas ao IMAC, passando a se chamar Instituto de Meio Ambiente e Análises Climáticas do Acre. No caso das Secretarias de Estado, as ações da antiga Secretaria de Extensão Agro-florestal e Produção Familiar (Seaprof) serão exercidas pela Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (SEPA).

Esclarecendo as mudanças que ocorrerão durante sua gestão, Cameli enfatizou que a reforma apresentará também uma modificação de conceitos econômicos, administrativos e sociais. No âmbito econômico, sua proposta visa a adoção de um novo modelo voltado ao agronegócio, reduzindo os entraves ambientais implementados pela falida política da “Florestania”.

O objetivo será oferecer serviços públicos essenciais ao cidadão, atualmente precários em quase todo o estado. “Há uma necessidade de esforço conjunto de toda sociedade acreana neste momento de crise e insuficiência de recursos, pois precisaremos fazer mais com menos”, disse o governador eleito.

Confira as Secretarias de Estado do Governo Gladson Cameli:

 

Secretaria de Estado da Casa Civil;

Secretaria de Estado de Planejamento – SEPLAN;

Secretaria de Estado da Fazenda – SEFAZ;

Secretaria de Estado da Saúde – SESACRE;

Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esportes – SEE;

Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública – SEJUSP;

Secretaria de Estado de Empreendedorismo e Turismo – SEET;

Secretaria de Estado de Gestão Administrativa – SGA;

Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio – SEPA;

Secretaria de Estado de Meio Ambiente – SEMA;

Secretaria de Estado de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano – SEINFRA;

Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia – SEICT;

Secretaria de Estado de Polícia Civil – SEPC;

Secretaria de Estado de Comunicação – SECOM.

 

Área social –  Finalizando, o governador eleito esclareceu também que as atividades exercidas pela antiga Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDS) passarão a serem executadas pelo Instituto de Assistência e Inclusão Social (IAS), sob a coordenação da futura primeira-dama do Estado.

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