Rio Branco,

Seminário do Life na Ufac recebe professor da Espanha

Por Ascom/Ufac

A Universidade Federal do Acre (Ufac) sedia o 3º Seminário do Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores (Life), de 13 a 15 de novembro. O objetivo é apresentar o resultado dos trabalhos que foram desenvolvidos ao longo do ano por estudantes das áreas de história, geografia e filosofia.

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O evento será realizado no Centro de Convenções, nos três turnos. A conferência de abertura será ministrada pelo professor da Universidade de Valência, Agustin Díez Castillo, que falará sobre o tema “O Uso de Tecnologias na Formação de Professores de História e Áreas Afins: Uma Experiência em Valência (Espanha)”.

 

“Vamos contar a experiência que temos tido em Valência a futuros professores de História, para que orientem seus estudantes sobre o uso adequado das tecnologias”, diz o pesquisador. “As novas gerações estão, cada vez mais, expostas às novas tecnologias e, se não nos atentarmos a isso, ficaremos perdidos na história.”

 

Para ele, o maior desafio do professor na sala de aula é integrar a tecnologia à vida normal da classe. “O professor precisa transformar aquela ferramenta de entretenimento em ferramenta de ensino”, completa. “É preciso distinguir entretenimento de ensino; a aula pode ser divertida, mas o objetivo inicial não pode ser esquecido, que é fazer o estudante aprender.”

 

Minicurso

 

Pela primeira vez no Acre, Castillo também ministrou o curso “Arqueologia: Conhecendo os Geoglifos do Acre”, para estudantes e profissionais das áreas de história, geografia, filosofia, jornalismo etc. A metodologia incluiu aulas teóricas e práticas sobre arqueologia e geoglifos, em um total de 40 horas.

 

“O Acre concentra a maior variedade de geoglifos da Amazônia. Esse é um patrimônio de valor incalculável. O centro das pesquisas deve se concentrar aqui”, afirma Castillo. Atualmente, 818 geoglifos foram identificados em áreas devastadas, 523 deles apenas no Acre.

 

A realização do curso foi da Ufac, em parceria com a Fundação Elias Mansour e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. A professora da Ufac, Ivandra Rampanelli, também foi ministrante do curso.


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