Rio Branco,

Colono é morto dentro de casa com tiro de espingarda em comunidade no interior do Acre

Por G1

Sebastião Souza, 63 anos, foi alvejado com um tiro quando estava em casa, na comunidade Santa Amélia, em Sena Madureira. Família não sabe quem pode ter cometido o crime.

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O ribeirinho Sebastião Souza, de 63 anos, foi alvejado com um tiro de espingarda, na tarde deste sábado (25), quando estava em casa, na comunidade Santa Amélia, nas proximidades do ramal do 16, em Sena Madureira. A família diz que suspeita de quem possa ter cometido o crime.

O radialista José Aparecido, filho do colono, disse que o pai saiu cedo, entre 1h e 2h, para trabalhar em uma casa de farinha e voltou para casa na companhia da esposa quase 9h. Os dois almoçaram e deitaram um pouco. Em seguida, foram para a cozinha tomar café e conversar, quando notaram uma movimentação estranha na parte de trás da casa.

Passava do meio-dia, quando dois homens foram até o local e a esposa de Souza saiu para ver o que estava acontecendo. Logo que viu os homens, a esposa se assustou e correu para dentro de casa, mas o colono saiu pela porta da cozinha para ver o que se passava. Nesse momento, Souza foi atingido na região da costela por um tiro de espingarda.

Vasconcelos disse ainda que não há suspeitas de quem possa ter feito isso com o pai. “Não tem como ter suspeita quando se trata de uma pessoa totalmente inocente. Ninguém da minha família sabe dizer quem pode ter feito isso. Meu pai sempre trabalhou para cuidar de nós. Tenho 31 anos e tenho orgulho de dizer que meu pai morreu cuidando de mim. Infelizmente mais uma pessoa de bem se foi de uma forma trágica dessa maneira”, lamenta o filho.

O comandante da PM no município, major Michel Casagrande, informou que o crime foi motivado porque os dois suspeitos queriam as armas que estavam na casa do idoso. Ele informou que foram encontradas cinco espingardas.

“Se assustaram com a pessoa que abriu a porta, atiraram e saíram correndo. Mas, já temos a identificação dos suspeitos, que seriam dois foragidos de Cruzeiro do Sul. Esse tipo de crime é comum, porque os membros de facção sempre estão em busca de armas”, disse.


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