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Desvio de terra em comunidade de Rio Branco é interditado pela 2ª vez em menos de uma semana

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Desvio sobre o Igarapé Fundo, na Estrada do Quixadá, voltou a ser interditado nesta terça-feira (14) devido à chuva.

Em menos de uma semana, o desvio de terra sobre o Igarapé Fundo, no quilômetro 1 da Estrada do Quixadá, em Rio Branco, voltou a ser interditado nesta terça-feira (14) após uma forte chuva.

Há um mês, o desvio rompeu ferindo três pessoas que passavam pelo local. Na última sexta-feira (10), uma chuva invadiu o local, que foi fechado, e isolou os moradores da região.

O desvio de terra foi construído porque a ponte sobre o Igarapé Fundo está em reconstrução e a via está desativada. O acesso de terra foi feito para permitir que carros e motos circulassem pelo local.

Com o rompimento, a comunidade ficou isolada. Porém, no início da tarde desta terça, a passagem foi parcialmente liberada e os últimos ajustamentos para a liberação total estão sendo feitos.

Marcus Vinícius, secretário Municipal de Obras Públicas (SEOP), explicou que somente uma rede de bueiro foi colocada no desvio. Na segunda-feira (13), equipes iniciaram a instalação de uma segunda linha de bueiro no local.

O trabalho é executado justamente para que o volume de águas das chuvas não rompa o desvio e deixe a população da área totalmente isolada.

“Hoje [terça, 14] iríamos concluir o serviço de instalação do segundo bueiro. Porém, com a chuva no início do dia, a gente não pôde concluir o trabalho. Mas [depois do fim da forte chuva] agora já retomamos a obra e vamos concluí-la para dar acesso aos moradores. As chuvas estão fortes e caindo bem mais do que o previsto. Por isso a necessidade do segundo bueiro”, explicou Vinícius.

O secretário disse ainda que a previsão é de que as obras da ponte sobre o Igarapé Fundo sejam concluídas até dezembro deste ano. Segundo ele, toda a parte estrutural do acesso já foi executada pelas equipes.

Agora, a parte de estruturação das peças de madeira, a ponte vai ser mista, está sendo feita. “Faltam somente as longarinas e a parte do assoalho em concreto”, acrescentou o gestor da Seop.

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