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Acusado de incendiar ônibus na capital tem pedido de liberdade negado pela justiça

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Os membros da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) negaram o Habeas Corpus , mantendo, assim, a prisão preventiva de Naikson de Almeida Maia, suspeito de ser membro do PCC (Primeiro Comando da Capital) e detido durante a Operação Êxodo, da Policia Civil, ocorrida no dia 12 de setembro.

A decisão, publicada no Diário da Justiça Eletrônico, é de relatoria do desembargador Elcio Mendes. Ao negar o pedido, o magistrado observou não ter nos autos comprovações para autorizar o pedido pleiteado e reverter a decisão da prisão preventiva emitida pelo Juízo da 4ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco.

O advogado de defesa do suposto envolvido no crime de tráfico de drogas entrou com Habeas Corpus, argumentando que as interceptações telefônicas não incriminam seu cliente, além de discorrer não haver prova concreta sobre o envolvimento do paciente nos incêndios dos ônibus coletivos ocorridos na capital Acreana.

Decisão

O desembargador-relator Elcio Mendes, verificou todos os argumentos apresentados pela defesa, contudo, esclareceu ser necessário a apresentação de provas das alegações. Mas, a parte impetrante não trouxe comprovações de seus argumentos.

“Como é cediço, nas demandas que adentram o Judiciário reclamando urgência, a prestação da tutela, por meio de medida liminar, deve ser lastreada em alegações comprovadas por meio de provas incontestáveis e pré-constituídas. No caso em tela, não vislumbrei a comprovação, de plano, do direito requerido pelo Impetrante em favor do Paciente”, concluiu o magistrado.

Finalizando a decisão, o desembargador determinou a requisição de “(…) informações da autoridade apontada coatora, servindo esta decisão como ofício, a teor do art.124 do Regimento Interno”.

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Trio é condenado a mais de 60 anos por morte de jovem achado em ramal de Rio Branco

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G1 Acre

Abraão foi achado por populares em maio de 2017, no Ramal Bom Jesus, na rodovia AC-40. Vítima foi morta com ao menos 18 golpes de terçado.

Abraão Teixeira Ferreira foi encontrado morto em ramal de Rio Branco em maio de 2017 — Foto: Arquivo pessoal

Abraão Teixeira Ferreira foi encontrado morto em ramal de Rio Branco em maio de 2017 — Foto: Arquivo pessoal

A Justiça do Acre condenou Alysson da Silva, Anderson Santana e Francisco Elzení Quintino a mais de 60 anos pela morte de Abraão Teixeira Ferreira, de 25 anos, em maio de 2017. Ferreira foi achado morto por populares com ao menos 18 golpes de terçado no Ramal Bom Jesus, rodovia AC-40, em Rio Branco.

 O trio foi condenado pelo júri popular por homicídio qualificado. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (19) pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC).

Silva foi condenado a mais de 22 anos de reclusão, Santana a mais de 24 anos e Quintino a mais de 17 anos, porque na época do crime era menor de 21 anos.

Conforme o TJ, o júri considerou que o assassinato teve requintes de crueldade, porque o jovem foi morto com ao menos 18 golpes de terçado. A Justiça informou ainda que durante o processo, não foi descoberta a motivação do crime.

Como os três acusados já se encontravam presos, eles seguem na unidade penitenciária, já que o regime inicial é fechado. A Justiça negou ao trio o direito de apelar em liberdade.

Corpo foi encontrado por moradores no Ramal Bom Jesus — Foto: Arquivo pessoal

Corpo foi encontrado por moradores no Ramal Bom Jesus — Foto: Arquivo pessoal

Reconhecimento do corpo

Dois dias após o corpo de Ferreira ser achado no Ramal, o G1 conversou com o pai dele no Instituto Médico Legal (IML), quando o homem foi ao local reconhecer o filho. O motorista e pai da vítima, José Viana Ferreira, contou que o filho saiu com um amigo no dia 5 de maio de 2017 e não retornou mais.

Ainda de acordo com o pai, a família soube da morte de Ferreira somente no dia 7 de maio daquele ano. Segundo a família, o jovem tinha passagem pela polícia por assalto e era usuário de drogas.

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Procurado em três cidades do AC, suspeito de chefiar facção morre em confronto com a PM

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G1 Acre

Procurado em três cidades do AC, suspeito de ser chefe de facção morre em confronto com a PM — Foto: Arquivo/Polícia Civil

Procurado em três cidades do AC, suspeito de ser chefe de facção morre em confronto com a PM — Foto: Arquivo/Polícia Civil

Vanderson da Rocha, de 27 anos, estava sendo procurado pela polícia de três municípios do Vale do Juruá e morreu em confronto com a PM ao resistir a prisão nas imediações das cidades de Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves.

Ele era suspeito de ser chefe de uma organização criminosa e de praticar vários crimes em Porto Walter e teria tentado matar uma mulher no último domingo (17).

Segundo a polícia, Rocha morava em Cruzeiro do Sul e no ano passado foi para Porto Walter com a finalidade de comandar as ações de uma organização criminosa onde teria praticado vários crimes.

Ao chegar no porto de Rodrigues Alves, o suspeito era aguardado por uma equipe da PM que tentou prendê-lo, mas não conseguiu. De acordo com a PM, ele teria apontado a arma para o condutor do barco que o conduzia de Porto Walter e obrigou o homem a seguir para o outro lado do rio para não ser capturado pela polícia de Rodrigues Alves.

Outra equipe da PM de Cruzeiro do Sul, que estava na outra margem do rio, tentou abordá-lo quando ele deixava a pequena embarcação e tentava se embrenhar na mata. De acordo com o major Evandro Bezerra, o suspeito teria efetuado um disparo contra os policiais que revidaram.

“O indivíduo estava vindo de Porto Walter em procedimento de fuga, extremamente perigoso, e ao perceber a presença da nossa guarnição, ele empreendeu fuga para uma região de vegetação e quando os policiais anunciaram a prisão do mesmo, ele de posse de arma de fogo não se rendeu e efetuou um disparo contra a guarnição. Então, em legítima defesa, um policial efetuou um disparo e atingiu o indivíduo”, disse o comandante da PM.

O suspeito foi atingido com apenas um disparo na região do tórax. Ele ainda foi atendido por uma equipe do Samu, mas não resistiu e morreu no local do confronto. O revólver usado pelo suspeito foi apreendido com um cartucho deflagrado e mais quatro munições intactas.

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Taxista é executado a tiros na frente de casa

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Da Redação Ecos da Notícia

Mais um crime de execução assustou os moradores do município de Senador Guiomard, na noite desta segunda-feira (18), quando o taxista Levi Galdino da Silva, de 38 anos foi executado com cerca de cinco tiros efetuados a curta distância por um homem não identificado.

De acordo com o que a polícia conseguiu apurar, a vítima conversava com um sobrinho na frente de casa, localizada na rua Eduardo Asmar, quando um homem não identificado que estava a pé se aproximou e sacou de uma arma efetuando cerca de cinco tiros e todos atingiram Levi que morreu sentado na cadeira.

O sobrinho da vítima que estava ao lado do tio saiu ileso. A polícia ainda não tem informações que tenha motivado o crime.

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