Rio Branco,

PF-AC faz operação para prender integrantes de facções criminosas

PF faz operação

Por G1 acre

A Polícia Federal do Acre (PF-AC) deflagrou, nas primeiras horas desta quinta-feira (1º), a Operação Hidra. Mais de 150 policiais cumpriram 63 mandados judiciais, sendo 52 de prisão e 11 de busca e apreensão. As ações foram coordenadas nas cidades de Rio Branco, Sena Madureira e Senador Guiomard.

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Os presos, segundo a PF, são integrantes de facções criminosas que teria, inclusive, participação nos ataques ocorridos em Rio Branco no ano passado e este ano. O grupo também teria ligação com as recentes rebeliões ocorridas em presídios de Rio Branco.

Entre os presos, há um agente penitenciário que facilitava a entrada de aparelhos celulares no presídio, segundo a PF.

Entre as acusações, estão a participação por tráfico de drogas, associação para o tráfico, latrocínio, roubo, receptação, porte ilegal de arma de fogo, corrupção ativa e passiva, associadas às organizações criminosas.

Além das prisões, a PF apreendeu mais de 10kg de cocaína, além de um laboratório utilizado por uma das facções para adulteração de droga e três armas de fogo.

Crimes
Entre as ações criminosas, o grupo esteve envolvido em uma tentativa de latrocínio em um agência bancária da Ufac e dois furtos em lojas de eletrodomésticos. Sendo que em uma delas,uma idosa de 60 anos foi feita refém enquanto a dupla fazia um buraco na parede, que daria acesso ao interior da loja.

Operação
O nome da operação – Hidra – faz menção um animal que possui várias cabeças de serpente. Segundo a polícia, faz referência à forma de organização das facções investigadas, as quais contam com vários criminosos dividindo as funções de comando.

A polícia diz ainda que a forma de atuação dessas facções é marcada pela violência e pelo intuito de obtenção de lucro decorrente das práticas criminosas.

“Os líderes dessas facções vêm recrutando adolescentes e jovens de comunidades carentes, bem como obrigam os detentos do sistema penitenciário a integrarem as facções. Essas pessoas são atraídas pela promessa de ‘status’ no mundo do crime, proteção oferecida pelas facções e pela oportunidade de obtenção de lucro com prática de crimes”, destaca a PF.


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