Rio Branco,

PMs da reserva são convocados para reforçar policiamento no Acre

Combatentes

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Trinta policiais militares da reserva foram convocados para reforçar os trabalhos realizados dentro dos batalhões da Polícia Militar. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (10) no Diário Oficial.
Segundo o comando geral da PM, os policiais devem ajudar nos trabalhos internos, enquanto os que fazem os trabalhos administrativos atualmente vão para as ruas. A contratação é válida por um ano, podendo ser renovada por mais um ano.
“Eles vêm suprir uma necessidade interna para liberar o pessoal que fica dentro dos quartéis a ir para o combate nas ruas. Não temos um índice de conflitos nos quartéis, mas queremos colocar esse pessoal para trabalhar mais nas ruas. Tem muito policial da reserva com boa forma física e pode ajudar nos trabalho”, explica o comandante geral da PM, coronel Júlio Cesar.
Ainda segundo o coronel, os policiais passaram por testes físicos e psicológicos para saber se todos estão aptos ao trabalho. Os aposentados devem voltar à ativa antes do final do ano.
“Queremos inseri-los antes da Operação Papai Noel, ainda esse ano. A pessoa se voluntaria e com o aval do seu comando, volta a trabalhar. Vamos chamar os policiais de 45 anos para frente. Tem gente com o físico de um garoto de 20 anos”, disse.
O coronel disse ainda que os policiais devem receber uma remuneração durante o período de contrato, conforme a Lei Complementar nº 305, de 8 de outubro de 2015. Ele explicou que a decisão deve reforçar o efetivo nos bairros da capital.
“Para sociedade acreana vai ser muito bom porque terá mais policias. Para o estado também vai ser bom, porque a despesa com a contratação de novos policiais vai ser diminuída com o aproveitamento daqueles policiais que ainda têm condições de trabalhar, tem saúde e são voluntários” destaca.
Cesar ressaltou que dentre o grupo de convocados deve estar os policiais aposentados que trabalharam no período dos ataques a ônibus, patrimônios públicos e casas no mês passado.
“Naquele momento nós fizemos um chamado em nível de voluntariado. Os trabalhos realizados na semana dos ataques era uma preparação para esse chamado, foi quase uma previa para esse momento. Eles retornaram para suas vidas e agora serão chamados de acordo com a lei, com remuneração”, conclui.

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