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Uma aspirina ao dia pode diminuir risco de câncer

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Estudo descobriu que a aspirina diminui níveis de químico-chave do nosso corpo, considerado ‘condutor do desenvolvimento do câncer’
A aspirina já é conhecida – e por isso usada por muita gente – pela sua capacidade de reduzir o risco de ataque cardíaco. Mas já vários estudos têm sugerido que pode ser útil para o tratamento e até para a prevenção de vários tipos de câncer.
De acordo com um estudo recente do Huntsman Cancer Institute, em Salt Lake City, no estado norte-americano do Utah, a aspirina diminui o risco de câncer colorretal e pode ser eficaz contra outras formas da doença.
Segundo o Daily Mail, a equipe de investigadores descobriu que a aspirina consegue ‘baixar substancialmente’ (em cerca de 34%) os níveis de 2-hidroxiglutarato no sangue, um químico considerado ‘condutor para o desenvolvimento do câncer’ e que muitos cientistas acreditam que promova a formação de tumores.
A investigadora que liderou este estudo, Dra. Cornelia UIrich, conta que os estudos anteriores olharam para os papéis anti-inflamatório e anticoagulante da aspirina como possíveis razões para os seus efeitos de prevenção do câncer, mas “este novo estudo sugere que a aspirina desempenha um papel chave interrompendo múltiplos caminhos que estão ligados ao desenvolvimento da doença.”
Este estudo, publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers, and Prevention, contou com a participação de 40 pessoas saudáveis que tomaram aspirina durante 60 dias.

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Mulher agredida pelo Bope é liberada e coronel da PM repudia ação violenta

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marcos dione, do ecos da notícia

O juiz Alesson Braz determinou que a mulher que aparece em um vídeo sendo torturada e agredida por policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) fosse liberada por não haver indícios que comprovem sua participação no crime de tráfico de drogas, ao qual era acusada. Já o marido, que também foi agredido, foi conduzido ao presídio Francisco d’Oliveira Conde (FOC).

O vídeo divulgado nas redes sociais foi gravado durante uma ação do Bope na última quinta-feira (28) no bairro Montanhês, em Rio Branco. Na abordagem, aos fundos de um quintal, os policiais algemaram um casal e iniciaram uma sessão de tortura. A mulher foi agredida com tapas no rosto e murros no estômago. O homem também foi agredido com socos, chutes e várias pauladas pelo corpo.

Veja o vídeo:

Na sexta-feira (29), durante discurso no 1º Fórum de Debates sobre Segurança Pública da Assembleia Legislativa, o coronel Atahualpa Ribeira, da Polícia Militar do Acre (PM/AC), repudiou o comportamento inadequado dos colegas de farda e afirmou que os bons policiais não concordam com o que é errado. Ribeira também esclareceu que os policiais militares são defensores dos Direitos Humanos.

“A PM, nunca, jamais se coaguna com aquilo que é errado. Nós somos defensores de Direitos Humanos, agimos na preservação e na integração de todos os direitos de casa cidadão”, disse o coronel que além disso listou as dificuldades que os militares enfrentam diariamente para atuarem no policiamento ostensivo.

Tanto os suspeitos agredidos, como também os policiais envolvidos no caso não tiveram os nomes divulgados. A corregedoria da PM ainda não fez nenhum posicionamento. O ouvidor da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, Valdecir Nicácio, defende que os policiais flagrados no vídeo torturando os dois jovens sejam presos. “Eu vou pedir a prisão dos policiais porque é muito grave”, disse.

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Promotoria apura possível uso de material de baixa qualidade em obras do “Ruas do Povo”

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Da Redação Ecos da Notícia

Aquilo que salta aos olhos de todos os acreanos agora passa a ser investigado pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, do Ministério Público Estadual (MPE). Quem já foi “beneficiado” por obras executadas pelo Departamento de Pavimentação e Saneamento (Depasa), como o Ruas do Povo, sabe que sua durabilidade resiste apenas até o próximo período de chuvas, ou ao décimo veículo mais pesado que por ali trafegar.

Uma denúncia que aponta a “precariedade do material empregado em obra pública executada” chegou ao conhecimento da promotoria especializada. A portaria que abre o procedimento investigatório não especifica qual seria essa obra, mas todo contribuinte conhece a realidade atual destes investimentos.

O Depasa entra como investigado pela prática de omissão por ser “consistente em falhar na fiscalização e controle na execução do contrato firmado”. A investigação em curso é específica no contrato entre a autarquia e o consórcio das empreiteiras Adinn Construção e Pavimentação e Brasil Construções e Comércio Eirelli.

O Depasa foi criado na gestão de Sebastião Viana (PT) e comandado desde o início pelo PCdoB. Essa não é a primeira vez que a qualidade de suas obras é investigada. Em 2012, o Ruas do Povo foi alvo da operação G7, da Polícia Federal, que apurou prática de formação de cartel entre as empreiteiras e, já à época, a má qualidade das obras executadas.

Houve a prisão de secretários e dos principais empresários da construção civil. Todos foram absolvidos pela Justiça Federal no Acre. O Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 1º Região em Brasília.

Ac24horas

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Caçambeiros fecham entrada do Deracre até governo pagar salários atrasados

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Da Redação Ecos da Notícia

A entrada do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre (Deracre), na manhã desta segunda-feira (25), foi fechada por caçambeiros que reclamam a falta de pagamento de um acordo feito entre o sindicato e o governo de 7 milhões em salários atrasados. O acordo era que o governo pagasse a dívida em parcelas de 800 mil, mas, já tem três meses que não fazem o pagamento.

“Toda vez eles quebram o acordo, já virou costume. Os trabalhadores já estão em caos, por causa da dívida eles não conseguem mais honrar com as dívidas dele, com o banco, com boletos, não tem data pra fazer negociação, tem deles que já estão com as luzes cortadas, faltando comida na geladeira… Então hoje estamos aqui, o sindicato não aceita esse tipo de situação e estamos aqui dando esse apoio pra eles”, disse o presidente interino do sindicato, Marcos Maia.

O presidente ainda relata que se acaso o governo não comparecer para fazer outra negociação pretende parar de vez os trabalhos e fechar também a usina de asfalto. “O governo só pagou três parcelas do acordo e de lá pra cá estamos sem receber esqueceram da dívida, então nós viemos para o tudo ou nada. Estamos aqui na frente do Deracre e se não haver acordo de pagamento, também vamos interditar a frente da usina de asfalto de Deracre e só vamos levantar o acampamento quando o governador se manifestar pra pagar o que deve”, disse Júlio Farias, caçambeiros.

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