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Engenheiro Agrônomo Marivaldo Melo assume presidência do Banco da Amazônia

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O engenheiro agrônomo Marivaldo Gonçalves de Melo foi nomeado na última sexta-feira, 30 de outubro, o novo presidente do Banco da Amazônia. Assinada pela presidente da República, Dilma Roussef, a nomeação foi publicada no Diário Oficial da União. Marivaldo Melo, 51 anos, amazonense do município de Boca do Acre, é empregado de carreira do banco e assume o cargo no lugar de Valmir Pedro Rossi, também bancário, empregado de carreira do Banco do Brasil, que estava à frente da instituição financeira desde 18 de fevereiro de 2013.

Na gestão de Rossi, especialmente no primeiro semestre de 2015, o Banco da Amazônia, segundo dados do Banco Central, ampliou de 58,59% para 59,87% sua participação na concessão de créditos de fomento na Região. Ainda no primeiro semestre deste ano, o Banco apresentou lucro líquido de R$ 106,7 milhões e rentabilidade de 12,5% sobre o Patrimônio Líquido (PL), quando este passou a ser de R$ 1,79 bilhão, uma elevação de 7,1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o PL foi de R$ 1,67 bilhão. A evolução do market share incidiu, ainda, sobre o Resultado Operacional da empresa em 2015, na ordem de R$ 248,6 milhões, margem 105,2% maior que a apresentada no mesmo período de 2014 (R$ 121,2 milhões). Com a nomeação de Marivaldo Melo, a expectativa é a de que os bons resultados sejam mantidos, bem como a estratégia de fortalecimento do banco e o cumprimento da missão institucional, no caso, a de promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia, por meio da execução das políticas públicas e da oferta de produtos e serviços financeiros.

O novo presidente do Banco da Amazônia iniciou suas atividades na Instituição em 17 de agosto de 1999, na agência de Sena Madureira, no Acre, lugar onde começou como técnico científico na área de Engenharia Agrônoma, passando, em seguida, a exercer o cargo de gerente da unidade. Em 2006, Marivaldo Melo assumiu a Superintendência Regional do Banco da Amazônia no Acre e, em 2011, em Santarém, no Pará, assumiu a Superintendência do Pará II. Em 2013, foi designado para a Superintendência Regional do Tocantins, onde se encontrava até esta nova designação. A posse de Marivaldo Melo está prevista para o dia 16 de novembro, às 10 horas, na sede da instituição, em Belém do Pará.

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Gladson Cameli e Tião Viana apresentam relatório final da transição governamental

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Silvania Pinheiro, da Assessoria de Imprensa

O senador e governador eleito, Gladson Cameli (Progressistas), e o governador atual, Tião Viana (PT), apresentaram nesta terça-feira (18) o relatório elaborado pelas equipes responsáveis pela transição do governo do estado.

As duas equipes (do atual e do futuro governo) trabalharam durante 39 dias, na elaboração do relatório. O documento apresenta dados sobre os diversos setores do governo, detalhando a realidade e informando os principais desafios para os próximos anos.

“Quero agradecer ao governador Tião Viana e a sua equipe por essa transição democrática. Desde o primeiro contato que fiz, o governador se mostrou um democrata. Estamos encerrando esse processo de transição e, em poucos dias, estaremos assumindo o Governo do Estado, conscientes dos desafios, mas certos que vamos nos dedicar e trabalhar muito pelo desenvolvimento do nosso Acre”, disse o governador eleito Gladson Cameli.

Ele fez questão de ressaltar que a partir do dia 1° de janeiro, será um “momento novo, de unir forças, olhar pra frente e trabalhar pelo Acre”.

O governador Tião Viana, desejou sorte a Gladson Cameli e sua equipe, afirmando que o próximo governo terá muitos desafios, frutos da crise nacional. “Esse será um momento complicado para se governar o estado, devido à crise nacional. Desejo sorte ao governador Gladson e sua equipe. O êxito desse governo, será o êxito da nossa população e do nosso Acre, onde estarei trabalhando”, afirmou.

Entre outras coisas, o relatório elaborado pela equipe do futuro governo, revela o baixo desenvolvimento econômico do estado, uma vez que o PIB apresentou um pequeno índice de crescimento, com o aumento das despesas com pessoal e com a Previdência. O documento também evidência o aumento da violência, constatado pelos altos índices da área, e agravado pela escassez de investimentos para o fortalecimento das forças polícias.

De acordo com o relatório, os problemas na Saúde Pública, são frutos, principalmente, da falta de eficiência da gestão, gerando um aumento expressivo da demanda por cirurgias, e a demora em dar respostas em procedimentos básicos como consultas e exames, o déficit de leitos e o desabastecimento de medicamentos contribuem para essa situação.

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Governador eleito não tem previsão para chamar aprovados em concurso público e pede paciência

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Lilian Camargo, da Redação Ecos da Notícia

 

Em entrevista coletiva cedida na manhã desta segunda-feira (17), para falar sobre o plano de reforma administrativa entregue para analise na Assembléia Legislativa, o governador eleito, Gladson Cameli, quando interrogado sobre a convocação dos aprovados nos concursos da Polícia Civil e Militar, respondeu que precisa de prazo e paciência.

Apesar de considerar uma prioridade os campos da saúde e da segurança pública, Gladson explicou que precisa cortar gastos para gerar recursos que o permitam fazer essa convocação.

“Imagina que eu mantenha toda a estrutura que está ai na situação como está, daqui a dois anos o estado fica ingovernável. Janeiro já tem o défict de 40 milhões que nós vamos ter que desembolsar. Peço paciência, porque eu não consigo resolver tudo em um ano, preciso de prazo para reestruturar toda a máquina. Esses cortes que estamos fazendo que estão na reforma já nos dará uma redução dos custos, mas, não consigo fazer tudo em um ano, peço mais uma vez paciência”, disse Cameli.

No total, juntando as duas instituições são 500 homens e mulheres a serem convocados e que dependem da convocação para início da academia de polícia que vai prepará-los para trabalhar na segurança pública do estado. Os concursos foram realizados em 2017 e o resultado final saiu em Agosto desse ano. A previsão era que o então governador Tião Viana convocasse até novembro deste ano, mas, o prazo já se excedeu e a responabilidade foi repassada para a próxima gestão.

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Gladson reduz estrutura do estado a 14 secretarias, extingue cerca de 1.300 cargos e economizará quase R$ 90 milhões

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Silvania Pinheiro, da Assessoria de Imprensa

O senador e governador eleito, Gladson Cameli (Progressistas), disse nesta segunda-feira (17) que a reforma administrativa encaminhada à Casa Civil para ser executada em seu governo, a partir de janeiro de 2019, reduzirá a estrutura governamental a 14 Secretarias de Estado, extinguirá mil e trezentos cargos comissionados e terá somente 10 assessorias especiais, com a previsão de economizar cerca de R$ 90 milhões por ano.

Para chegar a esses números, a equipe técnica do governador eleito teve como parâmetro as folhas de pagamento dos últimos quatro meses de 2018. O objetivo da reforma, segundo Cameli, é retomar o equilíbrio fiscal e financeiro do estado, apresentando um ajuste em todos os setores. Segundo ele, as medidas são essenciais para que o estado resgate o controle econômico e assim possa trabalhar em mecanismos que garantam investimentos futuros para as áreas mais carentes do estado.

O governador eleito afirmou, ainda, que não haverá extinção de órgãos da administração indireta (Autarquias, fundações e empresas públicas) em virtude dos seus passivos trabalhistas/tributários, havendo apenas a fusão de suas atividades em algumas áreas. O mesmo modelo foi adotado para a administração direta (Secretarias de Estado).

Gladson cita como exemplo as atividades o Instituto de Mudanças Climáticas (IMC), que serão incorporadas ao IMAC, passando a se chamar Instituto de Meio Ambiente e Análises Climáticas do Acre. No caso das Secretarias de Estado, as ações da antiga Secretaria de Extensão Agro-florestal e Produção Familiar (Seaprof) serão exercidas pela Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (SEPA).

Esclarecendo as mudanças que ocorrerão durante sua gestão, Cameli enfatizou que a reforma apresentará também uma modificação de conceitos econômicos, administrativos e sociais. No âmbito econômico, sua proposta visa a adoção de um novo modelo voltado ao agronegócio, reduzindo os entraves ambientais implementados pela falida política da “Florestania”.

O objetivo será oferecer serviços públicos essenciais ao cidadão, atualmente precários em quase todo o estado. “Há uma necessidade de esforço conjunto de toda sociedade acreana neste momento de crise e insuficiência de recursos, pois precisaremos fazer mais com menos”, disse o governador eleito.

Confira as Secretarias de Estado do Governo Gladson Cameli:

 

Secretaria de Estado da Casa Civil;

Secretaria de Estado de Planejamento – SEPLAN;

Secretaria de Estado da Fazenda – SEFAZ;

Secretaria de Estado da Saúde – SESACRE;

Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esportes – SEE;

Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública – SEJUSP;

Secretaria de Estado de Empreendedorismo e Turismo – SEET;

Secretaria de Estado de Gestão Administrativa – SGA;

Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio – SEPA;

Secretaria de Estado de Meio Ambiente – SEMA;

Secretaria de Estado de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano – SEINFRA;

Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia – SEICT;

Secretaria de Estado de Polícia Civil – SEPC;

Secretaria de Estado de Comunicação – SECOM.

 

Área social –  Finalizando, o governador eleito esclareceu também que as atividades exercidas pela antiga Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDS) passarão a serem executadas pelo Instituto de Assistência e Inclusão Social (IAS), sob a coordenação da futura primeira-dama do Estado.

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